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10 novembro, 2012

Abelhas

Abelhas



Abelha é a denominação comum de vários insetos pertencentes à ordem Hymenoptera, da superfamília Apoidea, subgrupo Anthophila, aparentados das vespas e formigas. O representante mais conhecido é a Apis mellifera, oriunda do Velho Mundo, criada em larga escala para a produção de mel, cera e própolis.
As espécies de abelhas nativas das Américas (Novo Mundo) não possuem ferrão. A maioria destas pertence à tribo Meliponini.

Ficheiro:Bees Collecting Pollen 2004-08-14.jpg

Os indivíduos adultos se alimentam geralmente de néctar e são os mais importantes agentes de polinização. As abelhas polinizam flores de cores monótonas, escuras e pardacentas (todos os tipos de flores).
Uma abelha visita dez flores por minuto em busca de pólen e do néctar. Ela faz, em média, quarenta voos diários, tocando em 40 mil flores. Com a língua, as abelhas recolhem o néctar do fundo de cada flor e guardam-no numa bolsa localizada na garganta. Depois voltam à colmeia e o néctar vai passando de abelha em abelha. Desse modo a água que ele contém se evapora, ele engrossa e se transforma em mel. A maioria das abelhas transporta uma carga eletrostática, que ajuda-as na aderência ao pólen.
As abelhas tem cinco olhos. São três pequenos no topo da cabeça e dois olhos compostos, maiores, na parte frontal.
Uma abelha produz cinco gramas de mel por ano. Para produzir um quilo de mel, as abelhas precisam visitar 5 milhões de flores e consomem cerca de 6 a 7 gramas de mel para produzirem 1 grama de cera.
Uma colmeia abriga de 60 a 80 mil abelhas. Tem uma rainha, cerca de 400 zangões e milhares de operárias. Se nascem duas ou mais rainhas ao mesmo tempo, elas lutam até que uma morra. A abelha-rainha vive até 5 anos, enquanto as operárias vivem de 28 a 48 dias.3
Apenas as abelhas fêmeas trabalham. Os machos podem entrar em qualquer colmeia ao contrário das fêmeas. A única missão dos machos é fecundar a rainha. A rainha voa o mais que pode e é fecundada pelo macho que conseguir ir até ela, esse voo se chama: voo nupcial. Depois de cumprirem essa missão, eles não são mais aceitos na colmeia. No fim do verão, ou quando há pouco mel na colmeia, as operárias fecham a porta da colmeia e deixam os machos morrerem de frio e de fome e trituram e expulsam os que ficarem.

Pernas

A abelha, como todo o inseto, tem três pares de pernas. Utiliza o primeiro para limpar as antenas, protegendo-as da poeira. O segundo serve de apoio para o seu corpo, e o terceiro par, chamado de patas coletoras, serve para mover pólen. Na tuba das patas coletoras fica o lavatório para o óleo: corbícula, espécie de pote. Ainda no terceiro par, fica o "escorpião", com o qual a abelha recolhe o pólen e, trocando as patas, deposita-o com o centro na corbícula direita e, com a direita na corbícula central.



Língua 

A língua, ou lígula move-se num canal formado pelas maxilas e os palpos labiais, terminando num tufo de pêlos que, como uma esponja, absorve o néctar da flor.4

Mandíbula e maxilar 

São órgãos responsáveis por amassar as escamas de cera que a abelha expele do abdômen, utilizadas depois para construir os favos. Tem também a função de abrir as anteras das flores para extrair o pólen, varrer a colmeia e mutilar os inimigos.

 

Antenas 

Órgãos do olfato e do tato são extremamente sensíveis. As abelhas, farejando com as antenas na escuridão, são capazes de construir favos perfeitamente geométricos.



Ferrão 

O ferrão serve para injetar o veneno no corpo do inimigo. Na fuga a abelha operária, quase sempre, deixa o ferrão na vítima, que é ligado ao abdômen da mesma, correndo certo risco de que na fuga deixe além de seu ferrão parte de seu abdômen, isso acontece em boa parte dos casos que o ferrão fica na vítima, a abelha acaba morrendo de 15 minutos a meia hora depois por isso.



Abdômen e tórax 

São os órgãos que contém os aparelhos: digestivo (tubo faringiano, o esôfago e o estômago ou papo); o circulatório e o respiratório (o sangue é incolor e circula com as contrações do coração, pela aorta e pelo vaso dorsal. Há ainda os estigmas - orifícios por onde respiram os insetos.); o aparelho de reprodução masculino (os órgãos sexuais masculinos terminam na face dorsal do penúltimo anel da crosta) e o feminino (um par de ovários, um oviduto e um receptáculo seminal).

Órgãos da visão

Os olhos compostos são dois grandes olhos localizados na parte lateral da cabeça. São formados por estruturas menores denominadas omatídeos, cujo número varia de acordo com a casta, sendo bem mais numerosos nos zangões do que em operárias e rainhas (Dade, 1994). Possuem função de percepção de luz, cores e movimentos. As abelhas não conseguem perceber a cor vermelha, mas podem perceber ultravioleta, azul-violeta, azul, verde, amarelo e laranja (Nogueira Couto & Couto, 2002). Os olhos compostos - um de cada lado da cabeça de superfície hexagonal permite uma visão panorâmica dos objetos afastados, aumentando-os 60 vezes.
Os olhos simples ou ocelos são estruturas menores, em número de três, localizadas na região frontal da cabeça formando um triângulo. Não formam imagens. Têm como função detectar a intensidade luminosa.



Asas 

As asas são formadas por duas membranas superpostas, reforçadas por nervuras ramificadas. Os pares de trás são menores e munidos de ganchinhos, com os quais a abelha, durante o voo, prende as duas asas formando uma só.



Sistema de defesa 

A abelha operária (ou obreira), preocupada com sua própria sobrevivência e encarregada da proteção da colmeia como um todo, tem um ferrão na parte traseira para ataque em situações de suposto perigo. Esse ferrão tem pequenas farpas, o que impede que seja retirado com facilidade da pele humana. 
Quando uma abelha se sente ameaçada, ela utiliza o ferrão no animal que estiver por perto. Depois de dar a ferroada, ela tenta escapar e, por causa das farpas, a parte posterior do abdômen onde se localiza o ferrão na maioria das vezes fica presa na pele do animal e, em alguns casos, a abelha perde uma parte do intestino, morrendo logo em seguida. Já ao picar insetos, a abelha muitas vezes consegue retirar as farpas da vítima e ainda sobreviver. 
Os órgãos prejudicados das abelhas em caso de o ferrão ficar preso na vitima e levar órgãos juntos variam de intestino até o coração.
A ferroada da abelha no ser humano é muito dolorosa, e a sensação instantânea é semelhante a de levar um choque de alta voltagem. Seu ferrão é unido a um sistema venenoso que faz com que a pele da vítima inche levemente na região (cerca de 2 cm ao redor), podendo ficar avermelhada, dolorida e coçando por até dois dias.
Apesar disso, o veneno (baseado em Apitoxina) não causa maiores danos. Esse veneno é produzido por uma glândula de secreção ácida e outra de secreção alcalina embutida dentro do abdômen da abelha operária. O veneno, em concentração visível, é semitransparente, de sabor amargo e com um forte odor. Pode ser usado eventualmente com valor terapêutico e tem alguns efeitos positivos na região em que foi injetado. O veneno pode ser também um perigo grave ou mortal em grande quantidade para quem é alérgico à sua composição.

A vida das abelhas 

As abelhas são insetos que vivem em sociedades homeotípicas (com distinção de funções dentro da sociedade). Elas são conhecidas há mais de 40.000 anos e as que mais se prestam para a polinização, ajudando enormemente a agricultura, produção de mel, geleia real, cera e própolis, são as abelhas pertencentes ao gênero Apis.
Inseto laborioso, disciplinado, a abelha convive num sistema de extraordinária organização: em cada colmeia existem cerca de 80.000 abelhas e cada colônia é constituída por uma única rainha, cerca de 400 zangões.

Abelha-rainha

A rainha é personagem central e mais importante da sociedade. Seu tamanho é quase duas vezes maior do que o das operárias, e sua única função do ponto de vista biológico é a postura de ovos e manter a ordem na colmeia usando feromônios que só ela possui. Única fêmea com capacidade de reprodução, a rainha nasce de um ovo fecundado, e é criada numa célula especial - diferente dos alvéolos hexagonais que formam os favos - uma cápsula denominada realeira, na qual é alimentada pelas operárias com a geleia real, produto riquíssimo em proteínas, vitaminas e hormônios sexuais. A geleia real é o alimento único e exclusivo da abelha-rainha, durante toda sua vida. A partir do nono dia, ela já está preparada para realizar o seu voo nupcial, quando será fecundada pelos zangões. Caso apareça outra rainha na colmeia, ambas lutarão até que uma delas morra.


Em Construção!!

02 junho, 2012

Besouros ou Escaravelhos, Joaninhas e Vaga-Lumes

Besouros ou Escaravelhos, Joaninhas e Vaga-Lumes


Os besouros, também chamados de escaravelhos, são insetos pertencentes à ordem Coleoptera. A palavra Coleoptera vem do grego κολεός, koleos (estojo) e πτερόν, pteron (asas), como uma referência a uma importante característica dos besouros: um par de asas anteriores rígidas, conhecidas como élitros, que protegem como um "estojo" as asas posteriores, que são membranosas e delicadas. 
A ordem Coleoptera é a que tem o maior número de espécies dentre todos os seres vivos — cerca de 350 mil — sendo portanto o grupo animal mais diversificado existente. Dentre os seus representantes mais conhecidos estão as joaninhas, os besouros-rinocerontes, os gorgulhos, os besouros-serra-pau e os vaga-lumes. A maior família dentro da ordem coleoptera (e também dentre todo o reino animal) é a família Curculionidae, com mais de 50.000 espécies diferentes, que caracterizam-se pelo rostro cumprido que possuem.


Os coleópteros apresentam una enorme diversidade morfológica. Ocupam particamente qualquer habitat, incluindo os de água doce, embora a sua presença em ambientes marinhos seja mínima. São na grande maioria animais fitófagos, o que torna alguns besouros verdadeiras pragas de culturas, como é o caso de certos besouros-da-cana, por exemplo. Outros, como as joaninhas, são vorazes predadores de afídeos (pulgões) e, portanto, desempenham um papel importante no combate a estas pragas.


Os besouros são geralmente caracterizadas por um rígido exoesqueleto, bem como por rígidos élitros. O exoesqueleto do besouro é composto por numerosas camadas de placas de quitina, chamadas de escleritos, que são separadas por suturas finas. Estas características possibilitam uma espécie de defesa blindada mas que não afeta sua flexibilidade. Em geral a anatomia de um besouro é bastante uniforme, embora certos órgãos específicos e apêndices possam variar muito em aparência e função entre as muitas famílias na ordem. Como todos os demais insetos, os corpos dos besouros são divididos em três seções: cabeça, tórax e abdômen.


Espécies



Carabus arvensis Herbst / Carabus auratus Linné / Carabus auronitens Fabricius / Carabus cancellatus Illiger / Carabus convexus Fabricius 



Carabus coriaceus Liné / Carabus glabratus Paykull / Carabus intricatus Linné / Carabus irregularis Fabricius / Carabus granulatus Liné



Carabus monilis Fabricus / Carabus nodulosus Creutzer / Carabus nemoralis Müller / Carabus problematicus Herbst / Carabus purpurascens Fabricius

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Haliplidae









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Besouro-Aquático 








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(Dytiscidae)












Gyrinidae














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Notiophilus aestuans Dej. / Notiophilus aquaticus (L.) / Notiophilus biguttatus (F.) / Notiophilus germinyi Fauv. & Gren. / Notiophilus palustris (Duftsch.) / Notiophilus quadripunctatus Dej. / Notiophilus rufipes Curt.


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Elaphrus aureus P. Müll. / Elaphrus cupreus Duftsch. / Elaphrus riparius (L.) / Elaphrus uliginosus F. 








Omophron limbatum (F.) / Loricera pilicornis (F.)


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Clivina fossor L. / Clivina collaris Herbst


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Dyschirius aeneus Dej. / Dyschirius agnatus Motsch. / (Dyschirius chalceus Er.) / Dyschirius angustatus Ahr. / Dyschirius politus Dej. / Dyschirius globosus Hbst / Dyschirius intermedius Putz. / Dyschirius tristis Steph.


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Broscus cephalotes L.


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Perileptus areolatus Creutz. / Thalassophilus longicornis Sturm / Epaphius secalis Payk. 


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Trechus rubens F. / Trechus quadristriatus Schrk / Trechus obtus Er. / Lasiotrechus discus F. / Trechoblemus micros Hbst 


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Paratachys bistriatus (Dufts.) / Paratachys micros (Fischer de W.) / Elaphropus parvulus (Dej.) / Elaphropus quadrisignatus (Dufts.) / Elaphropus sexstriatus (Dufts.) / Elaphropus walkerianus (Sharp) / Porotachys bisulcatus (Nicolai) 


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Tachyta nana (Gyll.) / Ocys harpaloides (Audinet-Serville) / Ocys quinquestriatus (Gyll.) 


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Bembidion (Chlorodium) pygmaeum (F.) / Bembidion (Metallina) lampros (Hbst.) / Bembidion (Metallina) properans (Steph.) / Bembidion (Eupetedromus) dentellum (Thunb.) / Bembidion (Plataphus) prasinum (Duft.) 


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Bembidion (Odontium) striatum (F.) / Bembidion (Odontium) foraminosum Sturm / Bembidion (Odontium) litorale (Ol.) / Bembidion (Princidim) punctulatum Drapiez 


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Bembidion (Bembidionetolitzkya) tibiale (Duft.) / Bembidion (Bembidionetolitzkya) geniculatum Heer / Bembidion (Bembidionetolitzkya) atrocaeruleum (Steph.) / Bembidion (Bembidionetolitzkya) fasciolatum (Duft.) / Bembidion (Bembidionetolitzkya) ascendens Dan. / Bembidion (Ocydromus) monticola Sturm 


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Bembidion (Notaphus) obliquum Sturm / Bembidion (Notaphus) varium (Ol.) / Bembidion (Notaphus) semipunctatum (Donov.) 


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Bembidion (Ocydromus) deletum Serv. / Bembidion (Ocydromus) stephensii Crotch / Bembidion (Ocydromus) milleri Duval / Bembidion (Ocydromus) lunatum (Duft.) / Bembidion (Ocydromus) bruxellense Wesm. / Bembidion (Ocydromus) tetracolum Say 


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Bembidion (Ocydromus) femoratum Sturm / Bembidion (Ocydromus) testaceum (Duft.) / Bembidion (Ocydromus) fluviatile Dej. / Bembidion (Ocydromus) decorum (Zenk.) / Bembidion (Ocydromus) modestum (F.) 


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Bembidion (Nepha) illigeri Net. / Bembidion (Sinechostictus) elongatum Dej. / Bembidion (Sinechostictus) decoratum (Duft.) / Bembidion (Pseudolimnaeum) inustum Duval 


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Bembidion (Semicampa) schuppelii Dej. / Bembidion (Semicampa) gilvipes Sturm / Bembidion (Diplocampa) fumigatum (Duft.) / Bembidion (Diplocampa) assimile Gyll. / Bembidion (Emphames) minimum (F.) / Bembidion (Emphames) azurescens (D.T.) / Bembidion (Bembidon) humerale Sturm / Bembidion (Bembidon) quadrimaculatum (L.) / Bembidion (Bembidon) quadripustulatum Serv. 


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Bembidion (Trepanodoris) doris (Panz.) / Bembidion (Trepanes) articulatum (Panz.) / Bembidion (Trepanes) octomaculatum (Goeze) / Bembidion (Phyla) obtusum Serv. / Bembidion (Philochthus) biguttatum (F.) / Bembidion (Philochthus) mannerheimii Sahlb. / Bembidion (Philochthus) guttula (F.) / Bembidion (Philochthus) lunulatum (Fourcr.) 


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Asaphidion caraboides (Schrk.) / Asaphidion pallipes (Duft.) / Asaphidion flavipes (L.) / Asaphidion curtum (Heyd.) / Asaphidion stierlini (Heyd.) / Pogonus chalceus (Marsh.) / Perigona nigriceps (Dej.) 


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Patrobus atrorufus (Ström.) / Anisodactylus binotatus (F.) / Anisodactylus nemorivagus (Duft.) / Anisodactylus signatus (Panz.) / Anisodactylus poeciloides (Steph.) 


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Diachromus germanus (L.) 


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Trichotichnus nitens (Heer) / Parophonus maculicornis (Duft.) / Harpalus signaticornis (Duft.) / Harpalus flavescens (Pill.Mitt.) / Harpalus froelichi Sturm 


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Harpalus affinis (Schrk.) / Harpalus distinguendus (Duft.) / Harpalus smaragdinus (Duft.) / Harpalus dimidiatus (Rossi) / Harpalus attenuatus Steph. / Harpalus atratus Latr. 


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Harpalus solitaris Dej. / Harpalus tenebrosus Dej. / Harpalus latus (L.) / Harpalus luteicornis (Duft.) / Harpalus laevipes Zett. / Harpalus rubripes (Duft.) / Harpalus honestus (Duft.)


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Harpalus rufipalpis Sturm / Harpalus autumnalis (Duft.) / Harpalus melancholicus Dej. / Harpalus picipennis (Duft.) / Harpalus pumilus Sturm, / Harpalus servus (Duft.) / Harpalus tardus (Panz.) / Harpalus modestus Dej. / Harpalus anxius (Duft.) / Harpalus serripes (Quensel)


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Ophonus sabulicola (Panz.) / Ophonus diffinis Dej. / Ophonus ardosiacus Lutshnik / Ophonus azureus (F.) / Ophonus rufibarbis (F.) / Ophonus schaubergerianus Puel 


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Ophonus cordatus (Duft.) / Ophonus puncticollis (Payk.) / Ophonus melleti Heer / Ophonus rupicola Sturm / Ophonus puncticeps (Steph.) 


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Pseudoophonus rufipes (DeGeer) / Pseudoophonus griseus (Panz.) / Pseudoophonus calceatus (Duft.) 


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Stenolophus teutonus (Schrk.) / Stenolophus skrimshiranus Steph. / Stenolophus mixtus (Hbst.) / Dicheirotrichus rufithorax (Sahlb.) / Trichocellus placidus (Gyll.) 


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Bradycellus ruficollis (Steph.) / Bradycellus verbasci (Duft.) / Bradycellus harpalinus (Serv.) / Bradycellus csikii Laczo / Bradycellus caucasicus Chaud. (= collaris Payk.) 


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Acupalpus elegans (Dej.) / Acupalpus flavicollis (Sturm) / Acupalpus brunnipes (Sturm) / Acupalpus meridianus (L.) / Acupalpus parvulus (Sturm) = dorsalis F. / Acupalpus maculatus (Schaum) 


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Acupalpus dubius Schilsky / Acupalpus exiguus (Dej.) / Acupalpus interstitialis Rtt. / Anthracus consputus (Duft.) 


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Poecilus kugelanni (Panz.) / Poecilus lepidus (Leske) / Poecilus cupreus (L.) / Poecilus versicolor (Sturm) 


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Stomis pumicatus (Panz.) / Pterostichus longicollis (Duft.) (= inaequalis Marsh.) / Pterostichus pumilio (Dej.) / Pterostichus strenuus (Panz.) / Pterostichus diligens (Sturm) / Pterostichus ovoideus (Sturm) / Pterostichus vernalis (Panz.) / Pterostichus minor (Gyll.) 


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Pterostichus nigrita (Payk.) / Pterostichus anthracinus (Ill.) / Pterostichus gracilis (Dej.) / Pterostichus oblongopunctatus (F.) / Pterostichus quadrifoveolatus Letzn.(=angustatus Duft.) 


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Pterostichus macer (Marsh.) / Pterostichus niger (Schall.) / Pterostichus melanarius (Ill.) / Pterostichus madidus (F.) / Pterostichus aethiops (Panz.) / Pterostichus melas (Creutz.) / Pterostichus burmeisteri Heer (= metallicus F.) / Pterostichus selmanni (Duft.) / Pterostichus cristatus (Duft.)


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Molops piceus (Panz.) / Abax parallelepipedus (Pill.Mitt.) / Abax parallelus (Duft.) / Abax ovalis (Duft.) / Dolichus halensis (Schall.) / Sphodrus leucophthalmus (L.) / Laemostenus (= Pristonychus) terricola (Hbst.)


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Platyderus depressus (Aud.-Serv) / Synuchus vivalis (Ill.) / Olisthopus rotundatus (Payk.) / Calathus fuscipes (Goeze) / Calathus erratus (Sahlb.) / Calathus ambiguus (Payk.) / Calathus micropterus (Duft.) / Calathus melanocephalus (L.) / Calathus cinctus (Motsch.) (= erythroderus Gemm. & Harold)


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Agonum sexpunctatum (L.) / Agonum ericeti (Panz.) / Agonum viridicupreum (Goeze) / Agonum gracilipes (Duft.) / Agonum marginatum (L.) / Agonum muelleri (Hbst.) / Agonum versutum (Sturm) / Agonum viduum (Panz.) / Agonum afrum (Duftschm.)


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Agonum lugens (Duft.) / Agonum micans (Nicol.) / Agonum scitulum Dej. / Agonum gracile (Gyll.) / Agonum fuliginosum (Panz.) / Agonum thoreyi Dej. / Anchomenus dorsalis (Pont.) / Platynus livens (Gyll.) / Limodromus assimilis (Payk.) / Paranchus albipes (F.) / Oxypselaphus obscurus (Hbst.)


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Zabrus tenebrioides (Goeze) / Amara plebeja (Gyll.) / Amara tricuspidata Dej. / Amara strenua Zimm. / Amara kulti Fass. / Amara fulvipes (Serv.) / Amara concinna Zimm.


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Amara similata (Gyll.) / Amara ovata (F.) / Amara montivaga Sturm / Amara nitida Sturm / Amara convexior Steph. / Amara communis (Panz.) / Amara curta Dej.


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Amara lunicollis Schdte. / Amara aenea (DeGeer) / Amara eurynota (Panz.) / Amara spreta Dej. / Amara famelica Zimm. / Amara familiaris (Duft.) / Amara anthobia Villa / Amara lucida (Duft.) / Amara tibialis (Payk.) / Amara erratica (Duft.) / Amara fusca Dej.


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Amara cursitans Zimm. / Amara bifrons (Gyll.) / Amara infima (Duft.) / Amara sabulosa (Serv.) / Amara fulva (Müll.) / Amara consularis (Duft.) / Amara apricaria (Payk.) / Amara aulica (Panz.) / Amara convexiuscula (Marsh.) / Amara equestris (Duft.)


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Chlaenius nigricornis (F.) / Chlaenius nitidulus (Schrk.) / Chlaenius vestitus (Payk.) / Chlaenius variegatus (Geoffr.) / Licinus hoffmannseggii (Panz.) / Licinus depressus (Payk.)


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Callistus lunatus (F.) / Oodes helopioides (F.) / Odacantha melanura (L.) / Lebia chlorocephala (Hoffm.) / Lebia cruxminor (L.) / Lebia marginata (Fourcr.) / Panagaeus cruxmajor (L.) / Panagaeus bipustulatus (F.)


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Badister unipustulatus Bon. / Badister bullatus (Schrk.) = bipustulatus F. / Badister lacertosus Sturm / Badister sodalis (Duft.) / Badister dilatatus Chaud. / Badister peltatus (Panz.) / Badister collaris Motsch. = anomalus Perris / Masoreus wetterhalii (Gyll.)


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Demetrias atricapillus (L.) / Demetrias monostigma Sam. / Demetrias imperialis (Germ.)


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Cymindis humeralis (Geoffr.) / Cymindis axillaris (F.)


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Dromius longiceps Dej. / Dromius linearis (Ol.) / Dromius agilis (F.) / Dromius angustus Brullé / Dromius schneideri Crotch


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Dromius fenestratus (F.) / Dromius quadrimaculatus (L.) / Calodromius spilotus (Ill.) = quadrinotatus (Pz) / Calodromius bifasciatus Dej. / Philorhizus sigma (Rossi) / Philorhizus notatus Steph. / Philorhizus melanocephalus Dej.


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Syntomus obscuroguttatus (Duft.) / Syntomus foveatus (Geoffr.) / Syntomus truncatellus (L.) / Lionychus quadrillum (Duft.) : Microlestes minutulus (Goeze) / Microlestes maurus (Sturm)


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Polystichus connexus (Fourcr.) / Drypta dentata (Rossi) / Brachinus crepitans (L.) / Brachinus explodens Duft.


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Paussidae




Archostemata












Myxophaga





















Polyphaga




Bostrichiformia












Dysnastes




Dynastes granti





Besouro-Hércules

(Dynastes hercules)













Dynastes.hyllus








Dynastes maya












Dynastes miyashitai








Besouro-Netuno

(Dynastes neptunus)








Besouro-Satanás

(Dynastes satanas)








Golofa incas








Golofa obliquicornis




 




Golofa tersander








Hemiphileurus laevicauda








Heterogomphus pehlkei








Homophileurus luedeckei








Homophileurus quadrituberculatus








Phileurus didymus








Phileurus valgus








Podischnus agenor








Spodistes mniszechi 












Strategus aloeus








Strategus longichomperus 








Calomacraspis haroldi








Besouro-da-Batata

(Leptinotarsa decemlineata)




 




Besouro-do-Fumo

(Lasioderma serricorne)








Besouro-Golias

(Goliathus giganteus)





Joaninha

Joaninha é o nome popular dos insectos coleópteros da família Coccinellidae. Os cocinelídeos possuem corpo semi-esférico, cabeça pequena, 6 patas muito curtas e asas membranosas muito desenvolvidas, protegidas por uma carapaça quitinosa que geralmente apresenta cores vistosas. Podem medir de 1 até 10 milímetros, vivendo até 180 dias. Como os demais coleópteros, passam por uma metamorfose completa durante seu desenvolvimento; seus ovos eclodem em 1 semana e o estágio larval é de 3 semanas, durante o qual o inseto já apresenta a mesma alimentação do adulto (imago). As larvas, geralmente, tem corpo achatado e longo, com tubérculos ou espinhos e faixas coloridas ao seu longo. Possui duas antenas que servem para sentir o cheiro e o gosto. Há cerca de 4500 espécies na família, distribuídas por 350 gêneros, distinguíveis pelos padrões de cores e pintas da carapaça.
As joaninhas são predadores no mundo dos insectos e alimentam-se de afídeos, moscas da fruta, pulgões, piolhos da folha e outros tipos de insectos, a maioria deles nocivos para as plantas. Uma vez que a maioria das suas presas causa estragos às colheitas e plantações, as joaninhas são consideradas benéficas pelos agricultores. Apesar da grande utilidade, estes insetos sofrem ameaça dos agrotóxicos utilizados pelos agricultores em suas plantações, embora a maioria das espécies não seja considerada como ameaçadas.

Joaninha-Australiana 

Rodolia cardinalis, originária da Austrália, que apresenta élitros de coloração vermelho-sanguínea decorados com manchas pretas. Foi introduzida em várias partes do mundo para combater cochonilhas que atacam os pomares. Também é conhecida pelo nome de joaninha-australiana.




Joaninha-Vermelha

Cycloneda sanguinea, de ampla distribuição nas Américas, que apresenta corpo quase redondo, coloração geral vermelha clara, com a cabeça e o protórax pretos. Também é conhecida pelo nome de joaninha-vermelha.



Joaninha vermelha na folha Wallpaper Download

Joaninha-de-sete-pontos

Coccinella septempunctata, da Europa, que apresenta geralmente de uma a sete manchas pretas sob fundo vermelho em cada élitro. Sua larva é azul com pintas amarelas. Também é conhecida pelo nome de joaninha-de-sete-pontos. Existem também joaninhas de cor amarela e verde.


Coccinella septempunctata - Ugurbocegi







Vaga-lumes

Os vaga-lumes ou pirilampos (também conhecidos como caga-lumes, caga-fogos, cudelumes, luzecus, luze-luzes, lampírides, lampírios, lampiros, lumeeiras, lumeeiros, moscas-de-fogo, noctiluzes, piríforas, salta-martins ou uauás) são insetos coleópteros das famílias Elateridae, Fengodidae ou Lampyridae, notórios por suas emissões luminosas. As suas larvas alimentam-se principalmente de vegetais e outros insetos menores. A espécie mais comum no Brasil é a Lampyris noctiluca, na qual apenas os machos são alados.

Seus órgãos bioluminescentes localizam-se na parte inferior dos segmentos abdominais e, em alguns casos, na cabeça. A luciferina é oxidada pelo oxigênio nuclear, com mediação da enzima luciferase, resultando em oxiluciferina que perde energia, fazendo assim o inseto emitir luz.



A) Os Elaterídeos têm cor variante do castanho escuro ao marrom avermelhado. Na parte anterior do tórax, duas manchas que, quando apagadas, têm coloração alaranjada. Usa-se achar que essas manchas são os olhos do pirilampo. Mas são suas "lanternas". Uma terceira lanterna fica no abdômen e só entra em atividade quando o insecto está voando. É tão desenvolvida que chega a emitir um facho de luz de quase um metro de diâmetro. Esses vaga-lumes costumam voar muito alto, acima da copa das árvores. A luz que emitem é contínua. Na lanterna torácica, a luz tem uma tonalidade esverdeada. Na lanterna abdominal, é amarelo-alaranjada. O ciclo de vida dos elaterídeos é longo: dois ou mais anos. Os adultos vivem somente no verão, períodos em que se acasalam. Os ovos são postos em madeiras semi-apodrecidas no interior das matas. Após cerca de quinze dias, surgem as primeiras larvas, que passarão quase dois anos comendo outros insectos e crescendo, até se transformarem nas pupas, que irão depois converter-se em insectos adultos.

B) Nos Fengodídeos, as fêmeas sempre têm aspecto larvar. São somente conhecidas como bondinho eléctrico ou trem de ferro. Algumas espécies de fengodídeos emitem luz vermelha, na região da cabeça, e esverdeada no corpo. Outras emitem luz esverdeada em todo corpo. Os machos, alados, têm pontinhos luminosos em posição e número variáveis, todos no abdômen. Sabe-se que as larvas gostam de comer gongolos, o popular piolho-de-cobra. E são muito vorazes; sugam toda a parte mole do corpo do bicho, dispensando as partes duras. Emitem luz contínua e vivem no chão, à procura de suas presas.

C) Os Lampirídeos têm um ciclo biológico longo. Variam muito de cor, do castanho-claro ou escuro ao castanho-amarelado ou avermelhado. As lanternas ficam no ventre e variam de tamanho e disposição. Emitem luz esverdeada intermitente durante as poucas horas do entardecer. Habitam matas, campos e cerrados, preferindo os lugares úmidos e alagadiços como os brejeiros. Adultos e larvas alimentam-se com frequência de caramujos. Em algumas espécies as fêmeas também têm aspecto de larvas, que emitem sua luz por órgãos luminescente situados no abdômen.

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