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13 novembro, 2010

Sapos, Rãs e Pererecas

Bom começa aqui as postagens de alguns animais, começando pelos Anfíbios (Sapos, Rãs e Pererecas)...

Todo anfíbio começa como um girino, tem a forma de um peixe, com uma longa e musculosa cauda, sem membros e com brânquias externas, nas primeiras fases.


Os girinos normalmente se desenvolvem na água e sofrem metamorfoses antes de chegar ao estado adulto. Na fase inicial da sua vida o girino respira por brânquias externas que mais tarde são absorvidas pelo animal para gerar brânquias internas. Nas espécies terrestres, estas são substituídas mais tarde por pulmões quando se aproxima a fase adulta.
Outras transformações incluem a reabsorção da cauda e o aparecimento de membros, primeiro os posteriores, depois os anteriores.
Sapo-Corredor

É um sapo natural de zonas arenosas e zonas de charneca da Europa Ocidental e do Norte. Os adultos atingem os 60-70 mm de comprimento e distinguem-se facilmente do sapo-comum por terem uma risca amarela a meio do dorso. As suas patas posteriores são relativamente compridas, que lhes dá uma marcha característica, que os distingue de outras espécies de sapo. Desta forma de andar vem o seu nome comum, sapo-corredor.


Sapo-Parteiro-Ibérico

É uma espécie de sapo da família Discoglossidae de tamanho pequeno (menor que 5 cm), encontrado em Portugal e Espanha. Os seus habitats naturais são as florestas temperadas, zonas de arbustos, cursos de água temporários, pântanos, pastos, aquaculturas e lagoas. Está ameaçada pela destruição de habitat.


Sapo-de-Unha-Negra

Este é um anfíbio de hábitos crepusculares, vive enterrado durante o dia (possui hábitos fossadores) em galerias que vão de 6 a 20 cm de profundidade cavadas com duas poderosas "esporas", que são duas calosidades enrijecidas do matatarso nas patas anteriores (de onde provem o nome do animal).


Sapo-Cururu


Também conhecido como sapo-boi, é um sapo nativo das Américas Central e do Sul. Pertence ao gênero Bufo, que inclui centenas de espécies de sapos diferentes, distribuídas por várias regiões do mundo.

É um animal fértil devido ao grande número de ovos postos pelas fêmeas. Seu sucesso reprodutivo deve-se também, em parte, à variedade de alimentos que podem constituir a sua dieta, incomum entre os anuros, e que tanto inclui materiais vivos como mortos. Em geral, os adultos atingem de 10 a 15 cm de comprimento. O maior exemplar da espécie de que se tem notícia media 38 centímetros do focinho à cloaca e pesava 2,65 quilogramas.
O sapo-cururu possui grandes glândulas de veneno. Tanto os adultos como os girinos são altamente tóxicos quando ingeridos. Por causa do apetite voraz, foi introduzido em várias regiões do Oceano Pacífico e dos arquipélagos caribenhos como método de controle biológico de pragas, nomeadamente na Austrália, em 1935. Em inglês é conhecido como Cane Toad e, em espanhol, como Sapo de Caña ("sapo-da-cana" em ambas as línguas) por ter sido comumente usado no controle de pragas da cana-de-açúcar. Atualmente, é considerado uma praga em muitas das regiões onde foi introduzido, pois sua pele tóxica mata muitos predadores nativos quando ingerido, além de afetar animais domésticos e de estimação que os comem.

Sapo-Boi-Mocho


Rã-de-Sino-Verde-e-Dourado

Uma rã grande e robusta; os adultos medem de 4,5 até 11 centímetros de comprimento; indivíduos típicos medem de 6 a 8 cm. Ela é por isso uma das maiores rãs australianas. Machos adultos são geralmente menores que as fêmeas, e a cor do dorso é muito diferente das fêmeas. Pode ser completamente verde; pode ter manchas que vão desde o verde-escuro até esmeralda brilhante; verde com marcas metálicas, bronzeada, ou dourada; ou completamente bronzeadas. Durante os meses mais frios (Maio-Agosto), estão inactivas, a coloração pode escurecer até quase chegar a preto.


Rãzinha-de-Cachoeira

Vive e se reproduz em cachoeiras ou paredões de pedra com filetes de água onde os girinos se desenvolvem, grudados (verticalmente) nas pedras. ela possui 24 mm e pode chegar até 26 mm.

Sapo-Boi-Azul  

É uma espécie de anfíbio e pode ser encontrada na região de Sipaliwini, no Suriname. Possui uma pele de cor azul metálica, com manchas negras. Estas cores chamativas advertem os possíveis predadores de que a espécie contém um potente veneno neurotóxico na pele. Alguns países adoram esse sapo, pela sua cor e pelo seu veneno que é um paralizante.

Sapo Pipa - vive nos pântanos da região amazônica. É com certeza um dos anfíbios mais estranhos que existe. Tem a boca desdentada, olhos miúdos e seu corpo coberto de verrugas parece um grande saco achatado. Suas pernas dianteiras são finas e os dedos compridos com um círculo de filamentos na ponta. As pernas traseiras, ao contrário, são gordas e os dedos, palmados. Este sapo não é inteiramente aquático; ele cava o lodo à procura de alimento.


O método de reprodução é ainda mais curioso. O casal abraçado dá saltos mortais na água. Quando a fêmea está submersa ela elimina uns poucos óvulos junto aos pés do macho. Ele os fecunda e os gruda nas costas da fêmea. A cena se repete até que ela tenha várias dúzias de ovos, encerrando cada um deles num pequeno caroço. Dez semanas depois os ovos se abrem e os filhotes começam a projetar - se para fora dos caroços. Mas eles permanecem aí por mais dois ou três meses, alimentando - os de vermes e insetos aquáticos. Depois de várias metarmofoses, transformam - se em adultos em miniatura.





Sapo-Maláio 

Tem três chifres, um em cima de cada olho e outro na ponta do nariz. Esses chifres não valem nada como arma, pois são simples dobras de peles completamente moles .Servem apenas para meter medo á possíveis adversários ou para camuflar seu dono.
Quando caça, o sapo - malaio fica totalmente imóvel até que sua presa chegue bem perto.
Ele come insetos, rãs, répteis , aves e roedores de pequeno porte, e até mesmo outros sapos - malaios, pois na realidade, estes são seus piores inimigos. Poucos predadores atacam um animal assim tão vivamente colorido, já que isso costuma ser sinal da presença de um veneno qualquer. Além disso, os sapos - malaios são robustos, de cabeça maciça e maxilas reforçadas, e têm as costas protegidas por um escudo ósseo.
Só são encontrados no Sudeste asiático. Na América do Sul existem "sapos de chifres" de uma espécie completamente diferente, embora iguais no aspecto e no comportamento. Apenas os girinos das 2 espécies diferem: os americanos são carnívoros e os asiáticos, herbívoros.


Rã-Ágil 

Ela procria na água, mas depois de postos e fecundados os óvulos, macho e fêmea voltam para a terra firme e aí permanecem até a primavera seguinte. Os ovos não flutuam e ficam no fundo, mesmo quando a água faz inchar a gelatina que os envolve. Elas procriam, 600 a 1500 ovos.
Inicialmente herbívoros, depois carnívoros, os girinos desenvolvem - se rapidamente, adquirem patas e perdem a cauda. Mas a maioria será devorada pelos carnívoros de água doce (peixes, larvas, etc.). Os sobreviventes, em forma de pequenas rãs, sairão da água com dois meses de idade. Só retornarão depois de adultos, dois ou três anos mais tarde.
É encontrada na metade Sul da Europa. Suas patas posteriores são excepcionalmente compridas, o que lhe permite dar pulos de até 2m de extensão (daí o nome ágil). Seu dorso é acinzentado, puxando para o amarelo ou vermelho e salpicado de pequenas manchas pretas. Ela caça insetos, mas se alimenta de vermes e lesmas. Se chove, sai durante o dia; se não, somente no crepúsculo. No outono, o macho se enterra no lodo a fêmea, debaixo de folhas, e hibernam até a primavera, despertando de tempos em tempos quando o frio abranda.


Rã-Verde 

Uma espécie de rã pertencente à família Ranidae. Distribui-se pela Europa Ocidental, em especial Portugal, Espanha, França e Reino Unido.
Tem como habitat natural as florestas e matagais temperados, o matagal arbustivo mediterrânico, rios e ribeiros, cursos de água temporários, pântanos, lagos permanentes ou temporários de água doce, pauis permanentes e temporários, margens arenosas, terrenos de cultivo e áreas urbanas.
Em alguns locais encontra-se ameaçada devido à perda de habitat.
Esta espécie foi introduzida tanto nos Açores como na Madeira como animal ornamental em lagos de jardim de casas senhoriais, tendo posteriormente escapado e adaptado bem às condições locais. É muito comum nas massas de água doce da ilha da Madeira onde pode ser encontrada a altitudes desde o nível do mar até a pequenos charcos aos 1.600 m de altitude, passando pelos reservatórios de irrigação de culturas.

Rã-Comum

Uma coisa estranha acontece durante o período de reprodução da rã comum, o macho fica tão amoroso que procura se cruzar com qualquer coisa, até mesmo com pedras e peixes. Muitas vezes acontece dos peixes morrerem sufocados com o seu abraço apertado. O cruzamento ocorre no fim do inverno, logo após a hibernação, assim que a temperatura sobe um pouco. Machos e fêmeas se reúnem perto de pântano e fazem alarde de sua presença, coaxando. O acasalamento dura cerca de 24 Horas. A fêmea põe 2.000 ou 3.000 ovos, que o macho cobre com esperma. Os ovos são cobertos com uma massa gelatinosa, que protege de intempérie. O desenvolvimento do girino é semelhante ao da rã - verde. Os jovens adultos são capazes de reprodução depois de três anos. A rã se locomove aos pulos. Alimenta- se de caramujos ,lesmas e insetos, apanhando- os com a língua. Não tem muitos meios de defesa e frequentemente é tragada por peixes carnívoros, aves pernaltas e cobras. As pessoas também caçam as rãs por causa de sua carne. Esses numerosos predadores, porém, não ameaçam de extinção a rã comum, devido à abundância com que ela se reproduz.

Rã-Arborícola-de-White 

Também conhecida como rela-verde-australiana ou simplesmente rela-verde (Litoria caerulea) é uma espécie de rela natural da Austrália e Nova Guiné, com populações introduzidas na Nova Zelândia e Estados Unidos. A espécie pertence ao gênero Litoria. Fisiologicamente, é muito semelhante a outras espécies do género, especialmente à Litoria splendida e à Litoria infrafrenata.
A rela-verde é uma espécie grande comparada com a maioria das rãs australianas, chegando aos 10 cm de comprimento. A esperança média de vida desta rã em cativeiro, de cerca de dezasseis anos, é longa comparada com a da maioria das rãs. São animais dóceis e bem adaptados para viver perto de áreas ocupadas pelo homem. É comum encontrá-las empoleiradas em janelas ou dentro das casas, comendo insetos que foram atraídos pela luz.
Devido às suas características físicas e comportamentais, a rela-verde tornou-se uma das espécies mais emblemáticas da região, e é popular como animal de estimação exótico no mundo inteiro. As secreções cutâneas desta espécie tem propriedades antibacteriana e antiviral, o que pode ser útil em preparações farmacêuticas.

Rã Rela-Meridional 

É uma espécie de rã da família Hylidae. É semelhante à rã-arborícola-europeia, mas maior (algumas fêmeas podem atingir 65 mm), tem membros posteriores mais compridos, e a risca lateral chega apenas até aos membros anteriores (muitas vezes começando nos olhos, e não nas narinas). O coachar é parecido com o da rã-arborícola-europeia, mas é mais grave e lento.
Rã-Arborícola-Européia

Também conhecida como rela (em Portugal), é uma pequena rã pertencente à família Hylidae.

Historicamente, as relas foram utilizadas como barômetros devido ao facto de começarem a coaxar ao sentirem a aproximação de chuva. Dependendo da subespécie, temperatura, humidade ou disposição da rã, a sua cor pode variar entre as tonalidades verde-tropa a verde intenso, passando pelo cinzento, castanho e amarelo. A sua cabeça é arrendondada, o lábio superior é descaído, a sua pupila tem a forma de uma elipse horizontal e o tímpano é facilmente identificável.
Os machos podem ser distinguidos das fêmeas pela sua cor castanho-amarelado e grandes sacos vocais na zona da garganta. O seu amplexo (acasalamento) é axilar. Tanto machos como fêmeas adultas atingem tamanhos entre 30–40 mm, podendo mais raramente atingir os 45–50 mm. O dorso suave, brilhante e normalmente de um verde-folha, está separado do ventre acinzentado a branco-amarelado por uma risca escura, que se estende desde os nostrilos, sob o olho e tímpano, até à virilha. As suas pernas traseiras são muito maiores que as dianteiras, permitindo que salte rapidamente, evitando assim predadores.
Rã-dos-Olhos-Vermelhos 

É uma espécie de rã arborícola do gênero Agalychnis, pertencente à família hylidae. Essa rã é nativa das florestas tropicais da América Central, desde o sul do México até o norte da Colômbia, e costumam viver próximas a rios e lagos. Alimentam-se de insetos e outros pequenos invertebrados.

Essas rãs possuem aproximadamente 7 centímetros de comprimento e tem uma coloração colorida. Apesar disso, ao contrário da maioria dos anfíbios coloridos elas não possuem veneno. Sua característica mais marcante são os olhos vermelhos que parecem brilhar no escuro.
Perereca-de-Banheiro

Mede cerca de 40 mm. A coloração amarelada dos flancos e da face ventral é característica do estado fisiológico do macho em atividade reprodutiva, também conhecida como raspa-cuia.
Vivem em vegetação herbácea rala, ao redor de represas ou em poças temporárias.
Ocorre do sudeste ao sul do Brasil, norte da Argentina e Paraguai, leste da Bolívia.
Na época reprodutiva, os machos apresentam duas áreas delimitadas na região temporal, aparentemente glandulares, que podem se apresentar escurecidas devido à aderência de partículas do solo. A desova é depositada no substrato, espalhada entre detritos vegetais, em poças e lagoas.
Os machos vocalizam sobre rochas ou sobre o solo, entre as vegetações, ao redor das represas.
Rã-Touro 

São anfíbios grandes e podem atingir um comprimento de 20 centímetros e um peso de 1.500 g. São geralmente verdes ou de cor bronzeada, com castanho escuro, verde escuro, ou negro e uma parte inferior amarela ou branca, que varia acentuadamente na época do acasalamento.

O esqueleto de uma rã adulta consiste de osso e cartilagem hialina, calcificada. A cartilagem calcificado pode ser encontrada ao longo de todo o corpo da rã, principalmente na epífise dos ossos largos dos membros.

Rela-Rela-de-Tingir 


Os animais de cores mais acentuadas são freqüentemente os mais perigosos. Esse colorido é um alerta aos predadores eventuais e significa "não toque"! De todos os vertebrados, rela-rela-de-tingir, também chamados dendrobatas, são os que apresentam cores mais brilhantes. Isso não é de admirar, já que sua pele segrega um dos venenos mais violentos do mundo: um quarto de miligrama é suficiente para matar um homem.

As espécies de dendrobatas encontradas nas florestas tropicais das Américas Central e do Sul vivem tanto em árvores como no chão . Todas se alimentam de insetos. Além de colorido brilhante, esses animais se distinguem pelas grandes ventosas que têm na ponta de cada dedo. Também na reprodução os dendrobatas se comportam de forma incomum. O macho da maioria dos sapos abraça a fêmea fortemente e fecunda os ovos à medida que eles são postos. Algumas espécies de dendrobatas executam uma dança nupcial em que dois parceiros salta contra o outro, várias vezes seguidas. Mais tarde, a fêmea deposita seus ovos na terra, o macho os fecunda e os coloca em seu próprio dorso. É aí que os filhotes nascem e passam seus primeiros tempos de vida.


Sapinho-Pingo-de-Ouro 

Está adaptado para viver somente nas partes mais altas da serra do Mar que freqüentemente ficam encobertas pela densa neblina que molha o ambiente, ocasião quando eles ficam ativos, durante o dia. Porém, raramente se expõem.
Os anfíbios desta família não apresentam a fase de girino aquático, como a maioria. A reprodução se dá por desenvolvimento direto, fora da água, isto é, os sapinhos nascem já na forma adulta a partir dos ovos depositados embaixo das folhas, galhos e troncos das árvores caídas, em decomposição, no chão da floresta. O tamanho dele pode chegar até 11mm.




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Sapo-de-Floresta

Desova em lagoas temporárias e permanentes. Os ovos ficam protegidos num cordão de gel com alguns metros de comprimento que é enrolado na vegetação aquática.Repare também a diferença da desova do sapo comum (Rhinella icterica) onde os ovos estão em fileira dupla, enquanto na desova deste os ovos estão em fileira única.

Ao contrário do sapo-comum, esta espécie de sapo não é muito comum em áreas urbanas, ele costuma viver no meio da floresta sobre as folhas caídas em decomposição. Sua coloração confunde-se com este ambiente. É possível encontrá-los próximos de residências rurais ou postes com lâmpadas quanto há áreas com floresta nas imediações. Nestes casos eles adquirem o hábito de capturarem insetos atraídos pela luz, como faz o sapo-comum (Rhinella icterica).
Ele é bem mais arisco do que o sapo-comum. Na época de procriação, agosto e setembro, eles se dirigem para as lagoas e neste período tornam-se presas fáceis para seus predadores naturais, sobretudo para os morcegos. Os desmatamentos são responsáveis pelo declínio de sua população.



Rã-Bugio

É uma espécie de anfíbio da família Leptodactylidae endémica do Brasil e está ameaçada pela perda de habitat. Os seus habitats naturais são: florestas subtropicais ou tropicais húmidas de baixa altitude, regiões subtropicais ou tropicais húmidas de alta altitude, marismas de água doce e marismas intermitentes de água doce.

O coaxar desse anfíbio lembra o som emitido pelo macho do macaco bugio, assim os moradores antigos da localidade de Brüderthal, em Guaramirim, Santa Catarina, passaram a denominar a rã que ocorre na Mata Atlântica local de rã-bugio.
Rã-Escavadeira

É uma pequena rã, que para desova controi pequenas tocas, escolhidas em locais com probalidade de serem inundados, e ai em meio a muita espuma os ovos nascem e assim que a água atinge a toca, os girinos são liberados e continuam seu desenvolvimento na água. Tem rápido desenvolvimento em media 2 semanas.

Rã-Bicuda

Os ovos são depositados com uma película de gel sobre a superfície da água, escondidos entre a vegetação. Utiliza lagoas temporárias em áreas abertas. É uma perereca extremamente ágil para escapar (salta a longa distância numa rápida seqüência).

Sapo-Verde 

É uma rã encontrada na Amazônia, estendendo-se desde norte da Bolívia, oeste e norte do Brasil, sudeste da Colombia, leste do Peru, sul e leste da Venezuela, e nas Guianas. Ocasionalmente é encontrada na vegetação ribeirinha do Cerrado. A rã Kambo possui hábitos noturnos de caça de pequenos insetos. Essas espécies muitas vezes são alvo da biopirataria pois produzem secreções de substâncias que despertam interesses para o desenvolvimento de medicamentos e de "curandeiros" nos centros urbanos. A pele da barriga da rã é utilizada por algumas tribos indígenas da Amazônia, como os índios katukinas, para acabar com a má sorte na pesca e na caça e também para acabar a "panema", o estado de espírito negativo que causa doenças, segundo as crenças de alguns povos indígenas. O veneno produzido pela rã Kambo inclui dermorfina e deltorfina que atuam nos receptores neuronais sensíveis aos opiácios, podendo levar a uma alteração no nível de consciência. Os sintomas apresentados no envenenamento pelas substâncias da rã Kambo incluem forte diarréia, vômito, taquicardia.



Rã (Phyllomedusa hypochondrialis)

Esta rã atinge mais ou menos 4 cm e mormalmente apresenta-se verde durante o dia e mais acastanhada de noite.

As pernas, na sua parte interior que só mostram quando se deslocam , são listadas de preto e laranja vivo. Os primeiros dois dedos quer das mãos quer dos pés estão posicionados de forma oposta aos restantes para facilitar o trabalho de trepar e de se agarrar aos ramos e caules. Elas deslocam-se através de grandes "passos". Na subspécie P.h. azurea os girinos têm a cauda azul.





Sapo-Boi-da-Serra-do-Mar

Os seus habitats naturais são: florestas subtropicais ou tropicais húmidas de baixa altitude e rios. Esta espécie só ocorre na região norte de Santa Catarina, em áreas de floresta atlântica bem preservadas
Está ameaçada por perda de habitat.

Rãzinha-da-Serra-do-Mar

A desova ocorre em poças que se formam após chuvas fortes no meio de áreas com florestas bem preservadas. Os ovos são envolvidos por gel e grudados na vegetação submersa.


Rãzinha-Comum

Esta espécie não utiliza um ambiente aquático para reproduzir-se. O macho caprichosamente constrói na terra, distante da água, uma cavidade de 3,5 cm de diâmetro com uma tampa contendo um furo no centro, que é utilizado como entrada. Os ovos, em torno de dez, são ali depositados, envolvidos por espuma. Os girinos desenvolvem-se no meio dessa espuma. Durante este período eles não se alimentam: vivem das reservas nutritivas do ovo.



Sapo-Chifrudo 

Habitualmente conhecido por sapo-boi, sapo-de-chifre, ou ainda sapo-untanha, encontrado na região sul do Brasil, na Argentina, no Chile fronteira com a Argentina e Uruguai.


É possível que ocorra também no Paraguai e no estado do Mato Grosso do Sul.
Não deve ser confundida com Ceratophrys comuta que ocorre na Floresta Amazônica (Brasil, Suriname, Peru etc.).
Sua coloração varia entre marrom com bege e verde, camuflando se com o ambiente onde vive. Possui aproximadamente 20cm de comprimento, pesando cerca de 500gramas e podendo viver até 12 anos.




Breviceps

Uma rã que não gosta de água. Os sapos da família dos Brevicipitideos desprezam a água: são encontrados até no deserto de Kalahari. O breviceps não sabem nadar e, se cai na água, afoga-se. Seu nome significa "cabeça pequena". De fato sua cabeça é muito pequena e, quando ele se inquieta, incha o corpo. Então a cabeça desaparece completamente e dela só se vêem os olhos. Encontrado em todo o sul da África, o breviceps só está em atividade três meses por ano, de outubro a dezembro. No resto do tempo, ele dorme profundamente enterrado no solo em uma toca cavada com os esporões que possui nos pés. Durante os três meses de atividade, vive em uma toca menos profunda, só saindo para caçar vermes e insetos (principalmente térmitas).
Freqüentemente caça, sem sair da toca, acompanhado o que passa a seu alcance. Um pouco antes de começar a chover, o breviceps fica na entrada de sua toca, entoando um coaxar rápido e repetido, às vezes em coro. O acasalamento e a postura são realizados numa toca alargada. Seu ovo é grande como uma bola de bilhar e dentro dele ocorrem metamorfoses. Ao cabo de dois meses, nasce uma pequena rã de 07 cm de comprimento, já sem cauda e com patas.


Sapo-Árabe

Nos Emirados árabes Unidos os anfíbios são representados só por dois sapos o sapo árabe (arabica de Bufo) e o sapo de Dhofar (dhofarensis de Bufo), o posterior só tendo sido recentemente confirmado em nossa região, durante uma pesquisa empreendida nas montanhas. O sapo árabe é ligeiramente maior, com uma mais redonda cabeça e manchar dourado, ainda o sapo de Dhofar menor tem uma cabeça mais aplainada com markings verde em seu corpo. Eles acontecem junto no wadis que tem água e pode ser encontrado em números grandes. Se wadis secam, eles escapam desiccation provavelmente entrando profundamente e fendas permanentemente úmidas onde eles escavam possivelmente. Eles alimentam principalmente em insetos, mas canibalismo é difundido. Em verão, quando piscinas pequenas secam, eles também festejam no peixe de wadi impotente cujo escapa em água mais funda é de expansão.


Litoria-Tyleri 

É uma rela nativa do Leste da Austrália. Ocorre desde Queensland Sudeste até à costa sul de Nova Gales do Sul. É geralmente uma espécie costeira e não se encontra no interior. O sapo é cinzento-acastanhado a castanho-claro (de vários tons) na sua superfície dorsal e um amarelo esbranquiçado na sua superfície ventral. As fêmeas são maiores que os machos e atingem um tamanho máximo de cerca de 50 mm. Tem manchas verdes nas costas. A íris é dourada, e tem uma pupila em forma de cruz.


Sapo-de-Barriga-de-Fogo

A tendência desta espécie é de declínio populacional, apesar de continuar a ser abundante em grande parte da sua área de distribuição. A norte e oeste do Danúbio beneficiou do aumento da irrigação para a agricultura, contrariando a tendência geral. Muitas populações no norte, incluindo na Polónia e Alemanha, entraram em declínio, sendo o número de indivíduos baixos na Dinamarca e Suécia. Na Rússia europeia, Ucrânia e Moldávia foram observadas várias populações locais em declínio, mas julga-se que essa tendência não se estenda a todo o território.


Sapo-Voador 

Um anfíbio que possui patas que podem planar quando pula, como os esquilos voadores, come insetos voadores, e procria de 100 à 200 ovos.




Sapinho-de-Verrugas-verdes 

É uma rã muito pequena e esguia com patas posteriores grandes, cabeça achatada e pupilas verticais. Os machos atingem apenas 3,5 centímetros e as fêmeas 4,5 cm. A face de cima do corpo tem cor variável, normalmente com manchas verdes irregulares sobre um fundo castanho claro, cinzento ou verde-oliva. As costas do sapinho-de-verrugas-verdes tem verrugas alongadas, muitas vezes em filas longitudinais ondulantes que podem ser laranja, ao longo do flanco. Não têm glândula parotóide. O ventre é branco, com laranja à volta da pélvis. Na época de reprodução, os machos desenvolvem tubérculos escuros na parte interior dos dedos e membros anteriores, assim como no peito. Os membros anteriores dos machos são mais fortes do que os das fêmeas.


Sapinho-Venenoso-Verde-e-Preto

Nativo da América Central e da Colômbia, onde é usado há muito tempo pelos povos locais como fonte de veneno para suas flechas. Seu tamanho é de até 3,8 cm.
Animais em cativeiro sofreram com a infecção do fungo quitrídia, mas as populações selvagens ainda não foram atingidas. No entanto, a diminuição dos habitas de floresta tropical ameaça a sobrevivência em longo prazo dos sapos.


Sapo-Arlequim

Nativo da Costa Rica e do Paraná. Este sapo está gravemente ameaçado de exteinção. Em parte devido ao fungo quitrídia.

 
Atelopus-Nanay

Nativo do Equador, conhecido apenas de uma única província no centro do país. Altamente ameaçado, muito afetado pelo fungo quitrídia.


Perereca-Púrpura 

É um sapo muito raro do gênero dos atelopus que foi encontrado no Suriname e apresenta a cor púrpura.




Rã (Phyllobates terribilis)

Em relação ao peso e ao tamanho, este é o animal consagrado como sendo o mais venenoso do planeta, com veneno suficiente para matar várias pessoas.
Mais de 100 toxinas foram identificadas nesta rã.
O veneno em destaque é a homobatracotoxina, um composto químico mortal cujo único sintoma é a falência múltipla dos órgãos.
Ela divide o veneno (embora em concentração menor) nas penas do Pitohui, um pássaro venenoso encontrado na Nova Guiné.

Rã-Prateada

Também conhecida como rã-dourada, rara, só encontrada da Colômbia, ameaçada de extinção, pode chegar até 47mm.

Rã-de-Focinho-Pontiagudo 

É uma espécie de rã da família Discoglossidae. Pode ser encontrada em Portugal e Espanha. O seu habitat natural inclui florestas temperadas, vegetação arbustiva mediterrânica ou temperada, rios, rios intermitentes, pântanos, marismas de água-doce permanentes ou temporários, zonas costeiras arenosas, terrenos aráveis e pastagens. Está ameaçada por destruição de habitat.


Rã-Delgada

Tal como foi sugerido pelo seu nome, a rã-delgada tem uma constituição muito magra. Tem um fino e plano corpo com a superfície da cabeça plana. A superfície dorsal varia de cor, de marrom ou completamente verde, a marrom com manchas verdes. Os flancos do corpo, apresentam uma faixa marrom escuro ou preto, que atravessa o olho à narina, a linha é muito mais estreito entre a narina e os olhos. A superfície ventral é branca, e no interior das coxas têm manchas vermelhas brilhantes. O tímpano é grande e distinta. Os dedos são, majoritariamente largos e são três-quartos palmado. Eles atingem um comprimento de 4,7 centímetros do focinho às pernas (esticado).



Scinax-Perereca

Vive na Argentina, no Brasil e no Paraguai. Seus habitats naturais incluem florestas tropicais secas e a baixa latitude, pântanos de água doce, riachos intermitentes de água, áreas florestais fortemente degradadas, reservatórios, canais e é diques. Está ameaçada de extinção por seu destruição de seu habitat natural.


Rã-Leopardo 

Sobrevive à escassez e à completa falta de oxigênio (anóxia) por dois ou três dias a 5º C e à desidratação de até 50% de seus líquidos corporais. Deseja-se obter um modelo linear simples que possa predizer o batimento cardíaco em função da temperatura ambiental.

Sapo-Sem-Pulmões
Um sapo sem pulmão foi descoberto na ilha de Bornéu, na Indonésia. Trata-se do primeiro caso confirmado do tipo e, segundo os cientistas responsáveis pelo estudo, a espécie aquática Barbourula kalimantanensis aparentemente respira através da pele. As informações são da agência Fapesp.

A espécie aquática  Barbourula kalimantanensis  aparentemente respira através da pele Foto: Reuters

Sapo-Roxo

Um dos sapos mais raros do mundo, chamado de sapo roxo, foi descoberto pela primeira vez em 2003 em Ghats (na Índia). Ele fica abaixo de quatro metros de terra se alimentando de cupins durante a maior parte do ano. Esse é o único lugar onde estas espécies podem ser encontradas. O sapo é realmente roxo, tem os olhos muito pequenos, um nariz incomum, e é um parente distante dos sapos antigos, da era dos dinossauros.



5 comentários:

Lenadro disse...

Nossa achei super interessante... além de serem nojentos rsrs

Anônimo disse...

Adorei o blog!! muito legal. Só fiquei meio confusa na hora de identificar a foto com a legenda, não dava prá saber se estava sob ou sobre a foto. No mais tudo ótimo. Parabéns!
Silvia floripa sc

Anônimo disse...

Gostei muitooo deste Blog!! Achei muito interessante e informativo!!
Parabéns

Anônimo disse...

Tamdem gostei principalmente do sapo azul

Anônimo disse...

Eu tanbem gostei e amei