Postagens

Pesquisar este blog

Carregando...

04 outubro, 2011

Marsupiais


Marsupiais


Os marsupiais (latim científico: Marsupialia) constituem uma infraclasse de mamíferos, cuja principal diferença com os placentários, é a presença, na fêmea, de uma bolsa abdominal, conhecida como marsúpio (do latim marsupium, do qual o nome da infraclasse deriva), onde se processa grande parte do desenvolvimento dos filhotes. Outras diferenças morfológicas, principalmente reprodutivas, entre elas a presença de duas vaginas na fêmea, e um pênis bifurcado nos machos, estão presentes.
Os marsupiais não são antepassados dos placentários. Ambos os grupos surgiram no Cretáceo e desde então competem pelos mesmos nichos ecológicos. Atualmente vivem na região Australiana e nas Américas cerca de 320 espécies de marsupiais, que correspondem por aproximadamente 6% de todas as espécies de mamíferos.
Taxonomicamente, o termo Metatheria, proposto por Huxley em 1880, é considerado sinônimo do táxon Marsupialia, proposto por Illiger em 1811 (McKenna e Bell 1997). Entretanto, alguns autores consideram o termo Metatheria mais abrangente, por incluir muitos dos marsupiais primitivos.
Embora haja inúmeras diferenças entre os marsupiais e os placentários quanto à sua biologia reprodutiva, há algumas distinções na sua anatomia.
A caixa craniana é pequena e estreita. Abrigando um cérebro relativamente pequeno e simples se comparado àqueles de mamíferos placentários de tamanho similar. O palato é geralmente frenestrado, isto é, contém aberturas em sua superfície óssea. Os marsupiais, caracteristicamente, possuem um ângulo inflectado ao osso dentário, ausente nos eutérios, e seus ossos nasais sobrepõem os ossos frontais com uma forma de diamante, em contraste à forma retangular dos nasais dos eutérios. A abertura do canal lacrimal é ligeiramente anterior à órbita. Usualmente não possuem a bula auditiva, ou podem possuí-la de forma rudimentar, formada a partir de um osso diferente do dos eutérios.
Os marsupiais também diferem dos placentários em sua fórmula dentária. Mesmo entre os marsupiais a fórmula dentária varia consideravelmente, mas basicamente o número de incisivos na maxila superior é diferente do número presente na maxila inferior, exceto na família Vombatidae. O número máximo de incisivos (vistos em várias famílias) é 5/4 em contraste ao 3/3 dos eutérios. O número de pré-molares e dos molares difere também entre os grupos (3/3 e 4/4 nos marsupiais, 4/4 e 3/3 em placentários). O padrão de reposição dos dentes de leite para os permanentes também apresenta ligeira diferença.
O esqueleto pós-craniano dos marsupiais pode ser distinguido dos esqueletos de eutérios, primariamente, por meio dos ossos epipúbicos, os quais são projetados para frente a partir do púbis. Acreditava-se, que os ossos epipúbicos, eram uma característica única para a sustentação da bolsa (marsúpio); mas sabe-se atualmente que eles são um traço primitivo dos mamíferos, retido até mesmo em alguns poucos eutérios primitivos (Novacek et al., 1998). A presença desses ossos epipúbicos é compartilhada com os monotremados.

Coala

O coala (nome científico: Phascolarctos cinereus) é um mamífero marsupial da família Phascolarctidae, de pelo cinza e branco que vive no Sudeste e Nordeste da Austrália.

Os koalas vivem em média 14 anos. Vivem em eucaliptos de onde tiram seu alimento. Passam em média 14 horas por dia dormindo e descansando, e o restante em busca de alimento. Sua bolsa marsupial situa-se na barriga. O filhote fica lá até crescer, e depois fica agarrado às costas da mãe até tornar-se adulto.
Estes marsupiais encontram-se em via de extinção desde o início da colonização inglesa da Austrália, quando surgiu o hábito de matá-los para usar sua pele. Hoje, a caça não é o maior risco mas sim as queimadas nas florestas, que matam muitos animais, e a eliminação das árvores onde vivem, tanto por queimadas quanto por lenhadores. Ao perder a sua casa e alimento, o coala se muda e pode chegar a povoamentos ou cidades, onde morre por atropelamento ou é caçado por cães.
O coala tem a cabeça pequena, o focinho curto e os olhos bem separados. O nariz é grosso e achatado, e está munido de grandes narinas em forma de V, com as fossas nasais muito desenvolvidas, que mexem no seu equilíbrio térmico.
Tanto os membros anteriores como os posteriores possuem cinco dedos. O polegar das patas posteriores é bastante pequeno, não sendo dotado de garras. Os outros dedos são fortes e terminam em garras alongadas. Nas patas posteriores, apenas o polegar é oposto aos outros dedos.
A pelagem é densa e sedosa, desempenha papel importante na regulação térmica e na proteção dos agentes atmosféricos. Como o coala não constrói um abrigo, dorme exposto ao sol e a chuva. A pelagem do dorso é muito densa e de uma coloração escura que absorve o calor. Torna-se mais escassa durante o verão e mais comprida durante o inverno.
Possui um bom equilíbrio e músculos possantes nas coxas, e quando escala uma árvore, a falta de cauda é compensada pelos dedos bastante largos e pelas garras muito desenvolvidas.
Os coalas e a maioria dos marsupiais só são encontrados na Austrália. Sua abundância na Austrália deve-se à separação entre aquele continente e outras massas terrestres antes que os mamíferos placentários pudessem se estabelecer ali. O coala acabou por ser vítima da caça e da destruição do seu habitat florestal. Antes da chegada do homem branco, em finais do século XVII, este marsupial ocupava uma superfície três vezes mais vasta do que a atual. Este animal foi recentemente introduzido ou reintroduzido em algumas ilhas perto da costa, bem como no interior do país. Estas novas populações foram o fruto de estudos científicos que deram valiosa contribuição para o conhecimento dos comportamentos da espécie.



Vombate

O vombate (wombat em inglês) é um marsupial escavador, com cerca de 90cm de comprimento. Vive na ilha da Tasmânia e no sul da Austrália. O vombate-comum tem uma pele resistente, cuja pelagem áspera e longa é usada para fazer tapetes. A pelagem é preto-amarelada até castanho-acinzentada. Os vombates cavam buracos. Saem de suas covas somente à noite, para alimentar-se de raízes, verduras e folhas.

Quando criados pelo homem, os vombates são animais de estimação afetuosos.

Vombate-Comum
(vombatus-ursinus)



Vombate-de-Nariz-Peludo
(Lasiorhinus latifrons)



Vombate-Peludo
(Lasiorhinus krefftii)

Haarnasenwombat (Lasiorhinus krefftii)


Cangurus

Canguru é o nome genérico dado a um mamífero marsupial pertencente a quatro espécies do gênero Macropus (ver caixa) da família Macropodidae, que também inclui os wallabees. As características incluem patas traseiras muito desenvolvidas e a presença de uma bolsa (o marsúpio) presente apenas nas fêmeas na qual o filhote completa seu desenvolvimento. O canguru é o animal-símbolo da Austrália.
O seu habitat situa-se em planícies. A sua alimentação baseia-se em vegetais e frutas. O pêlo do canguru é, geralmente, espesso. Crescem durante toda a vida. A sua cauda mede de 0,70 cm a 1,40 m. A maior parte dos cangurus têm orelhas grandes e cabeça pequena. O canguru, quando jovem permanece com a mãe, subindo na sua bolsa para se alimentar e ficar seguro, até que tenha mais que um ano de idade. Os Cangurus vivem na Austrália continental. Pesam cerca de 500 g a 90 kg, medindo cerca de 80 cm a 1,60 metros. A sua gravidez (gestação) demora de 30 a 40 dias, dando à luz apenas um filhote de cada vez. Os cangurus nascem imaturos. O seu desenvolvimento é no interior de uma bolsa na barriga da sua mãe que se chama marsúpio. Ali, o filhote mama e protege-se.
Os cangurus não são os únicos animais pertencentes ao gênero Macropus, que também inclui os wallabees
Qualquer marsupial selvagem é cuidadoso com os humanos. No entanto, durante a seca, os cangurus são obrigados a partir para áreas povoadas em busca de comida. Quando os humanos se aproximam, eles podem se sentir ameaçados e se defenderem. Mesmo sendo simpático, um canguru bravo é capaz de matar um humano. Porém isso não se pode considerar um ataque, é meramente uma reação instintiva de defesa, pois nós humanos somos seus maiores predadores.
Alguns dos maiores cangurus, como o canguru vermelho macho, Macropus rufus, podem medir 1,4 metro da cabeça aos pés. Nesta altura, eles podem derrotar um humano com facilidade. As fêmeas do canguru possuem a metade do tamanho dos machos, aproximadamente.
Os cangurus vermelhos preferem planícies abertas, enquanto as espécies cinzas preferem florestas densas. A principal diferença entre eles é a cor. Os cangurus das árvores possuem patas frontais mais fortes e resistentes que seus parentes. Eles podem ser encontrados nas florestas montanhosas do norte de Queensland. Os cangurus não costumam ficar mais de 15 km longe da água.
Os cangurus e seus parentes, os wallabies, só vivem na Austrália e Nova Guiné. Eles são marsupiais, mas também pertencem à família dos macropodídeos, pois possuem patas traseiras maiores que as dianteiras.
O número de cangurus é cuidadosamente monitorado na Austrália: existe um equilíbrio entre a necessidade de conservar estas espécies e as demandas dos proprietários de terras. Se houver escassez de comida, o gado poderia passar fome, pois os cangurus se movem com mais facilidade e podendo escolher o melhor alimento.
O canguru-vermelho é o maior marsupial do mundo. As fêmeas da espécie dão a luz apenas a um bebe por vez, que nasce tão pequeno quanto uma cereja ou um chiclete, assim que o filhote nasce, ele vai direto para a bolsa da mãe e não emerge, por volta de 2 meses e finalmente saem da bolsa quando completam mais ou menos 1 ano de idade.
Cangurus vermelhos pulam usando suas fortes pernas em uma grande velocidade. Um canguru vermelho pode alcançar 56Km/h. Cada salto pode cobrir até 8 metros de distância em uma altura de 1,8 metros, são criaturas realmente incríveis e fofas. As fêmeas dos cangurus vermelhos são mais leves e mais rápidas do que os machos.
Os machos da espécie lutam entre si para ter o direito de acasalar com uma fêmea em potencial, eles podem ficar em pé sobre seus rabos e chutar seu inimigo com suas pernas poderosas, também podem morder ou arranhar com suas garras afiadas, as quais eles também usam em lutas contra predadores como o dingo.
O canguru-vermelho vive nos desertos da Austrália e em campos abertos, vivem em grupos familiares. Australianos e Europeus caçam dezenas desses belos animais para vender sua pele e sua carne, que é um prato muito apreciado na Austrália.

Canguru-Vermelho
(Macropus rufus)



Canguru-Cinza-Gigante
(Macropus giganteus)


Canguru-Cinza
(Macropus fuliginosus)


File:Group of Macropus fuliginosus Darling Range 05010.JPG

Canguru
(Macropus antilopinus)


Canguru-Negro
(Macropus bernardus)


Wallaby ou Walabee

Wallaby-Ágil
(Macropus agilis)


Wallaby-de-Pescoço-Vermelho
(Macropus rufogriseus)


Wallaby-Tamar
(Macropus eugenii)


Wallaby
(Macropus parma)


Wallaby
(Macropus parryi)


Canguru-Arborícola

O canguru-arborícola (Dendrolagus lumholtizi ) passa a maior parte do tempo no alto das árvores da floresta, onde come folhas e frutos. E chega a dormir agarrado a um dos grossos galhos. Mas seu número vem diminuindo devido ao desmatamento que está encolhendo seu habitat. Vive em pequenos grupos que dormem na mesma árvore. Apesar de não serem raros, são muito reservados.


Canguru-Arborócola-Lumholtz
(Macropus lumholtzi)

Lumholtz tree kangaroo Macropus lumholtzi

Ratos-Canguru

O rato canguru é um pequeno rato que vive no deserto adaptando-se ao clima quente ao longo dos tempos.
Esse rato possui algumas características especificas para sobreviver no deserto.
Características
1- As fezes deles são muito secas
2-Sua urina é muito concentrada
3- Não transpiram para não desperdiçar a água preciosa do deserto
4-Tem pernas muito finas para não apanhar com tanto calor
Hábitos
1-Caçam a noite
2-Durante o dia vivem em tocas profundas e frescas para não ficaram expostos ao calor do deserto



(Aepyprymnus rufescens)


Potoru-Narigudo
(Potorous tridactylus)


Gambás

Gambá (de guámbá, o ventre aberto, a barriga oca por causa da bolsa onde cria os filhos é o nome popular de um mamífero marsupial típico das Américas. É um dos maiores marsupiais da família dos didelfídeos, pertencentes ao gênero Didelphis, que habitam do sul do Canadá à Argentina e são onívoros. Na natureza têm como principal predador o gato-do-mato (Leopardus spp.), enquanto nas cidades são freqüentemente atropelados por terem a visão ofuscada pelos faróis e por terem pouca mobilidade – exceto nas árvores. São ainda confundidos por vezes com o cangambá (Mephitis mephitis), que embora se assemelhe, não é um marsupial, mas sim um mustelídeo.
Os gambás são animais com 40 a 50 centímetros de comprimento, sem contar com a cauda que chega a medir 40 cm, com um corpo parecido com o rato, incluindo a cabeça alongada, mas com uma dentição poliprotodonte (fórmula dental: 5/4, 1/1, 3/3, 4/4 = 50). A cauda tem pêlos apenas na região proximal, é escamosa na extremidade e é preênsil, ou seja, tem a capacidade de enrolar-se a um suporte, como um ramo de árvore. As patas são curtas e têm 5 dedos em cada mão, com garras; o hálux (primeiro dedo das patas traseiras) é parcialmente oponível e, em vez de garra, possui uma unha,têm marsúpio e,ao contrario da maioria dos marsupiais,sua cauda é menor que seu corpo.

Gambá-Comum

O Gambá-comum (Didelphis marsupialis) foi o primeiro marsupial a ser conhecido pelos europeus. Segundo a História da América, Vicente Yáñez Pinzón foi quem, em 1500, levou este animal para a Europa.
Alimentam de principalmente de frutos silvestres, ovos e filhotes de pássaros. Chega a atingir 50 cm de comprimento sem contar a cauda, que é quase do mesmo tamanho.
Apresenta ainda corpo com pêlos longos e pescoço grosso, focinho alongado e pontudo, dai sua grande aparência com um rato gigante. Tem hábitos noturnos e, apesar de ser uma animal de movimentos lentos, trepa em árvores com facilidade, usando a cauda preênsil para agarrar-se aos galhos.
Quando perseguido ou ameaçado, finge-se de morto ou expele um líquido fétido produzido por glândulas axilares.




Gambá-de-Orelha-Preta

O gambá-de-orelha-preta, saruê ou sarué (Didelphis aurita) é uma espécie de gambá que habita o Brasil, Argentina e Paraguai.
Podendo atingir 60 a 90 centímetros de comprimento e pesar até 1,6 kg, alimenta-se praticamente de tudo o que encontra: insetos, larvas, frutas, pequenos roedores, ovos, cobras e etc. Apresentam duas camadas de pêlos, uma interna como uma espécie de lanugem de coloração ferrugínea e outra externa de pêlos longos de cor cinza ou preta. Barriga e cabeça cor de ferrugem e com marcas distintas de cor preta e ferrugíneas sobre a fronte com orelha de cor preta e desnuda, inspirando seu nome popular. Possui uma glândula que exala odor desagradável na região do ânus. A fêmea possui uma no ventre o marsúpio, bolsa formada pela pele do abdômen onde se encontram 13 mamas.
Na gestação de cerca de 13 dias a fêmea tem 8 filhotes que ficam presos nas tetas da mãe por 3 meses podendo dar 2 crias por ano. Abriga-se em ocos de árvores, entre folhas, ninhos de aves, forro de residências. Excelente escalador de árvores. São considerados ótimos controladores de populações de roedores e dispersores de sementes. Habitam florestas, regiões cultivadas e áreas urbanas em toda a Mata Atlântica e Restinga brasileira, ocorrendo também no norte do Rio Grande do Sul e Amazônia.



Gambá-de-Orelha-Branca

O gambá-de-orelha-branca (Didelphis albiventris) é um marsupial comumente encontrado no Brasil inteiro. Vive em vários ecossistemas, como o cerrado, a caatinga, os banhados e o pantanal, habitando capoeiras, capões, matas e áreas de lavoura, além de se adaptar muito bem à zona urbana, onde encontra farta e variada alimentação em meio aos dejetos domésticos.
Como todo gambá, ele também emite líquido fétido das glândulas axilares, que utiliza como defesa e na fase do cio, para chamar o parceiro. Por seu suposto gosto aguçado pelo álcool, o gambá-de-orelha-branca, conhecido por timbu, foi adotado como mascote do Clube Náutico Capibaribe em 1934.
Entre 1993 e 2002, duas outras espécies próximas, Didelphis imperfecta e D. pernigra, respectivamente da Guiana e dos Andes, eram consideradas subespécies desta.
Na parte oriental do Nordeste do Brasil (Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará), é conhecido por timbu ou cassaco. Nas regiões Norte e Sul brasileiras, é denominado popularmente mucura, e na Bahia é chamadosarigué, sariguê, saruê ou ainda sarigueia, enquanto que no Paraguai e Mato Grosso é conhecido como micurê. Nos Estados Unidos da América se denomina opossum.
O nome gambá tem origem na língua tupi-guarani, na qual gã'bá ou guaambá significa "mama oca", uma referência ao marsúpio, a bolsa ventral onde se encontram as mamas e onde os filhotes vivem durante parte de seu desenvolvimento.



Gambá-da-Virginia 
(Didelphis virginiana)


planetabicho | Gambá

Ficheiro:Opossum 2.jpg

Llaca
(Thylamys elegans)

Ficheiro:Llaca.jpg

Catita
(Marmosops incanus)

Ficheiro:Gracilinanus microtarsus.JPG


Patagonian-Opossum

Lestodelphys halli é uma espécie de marsupial da família Didelphidae. É endêmica da Argentina, onde pode ser encontrada de Mendoza a Santa Cruz. É a única espécie descrita para o gênero Lestodelphys. O L. dalli é o marsupial distribuído mais ao sul no continente americano, e um dos menos conhecidos quanto a ecologia e história natural.



Gambá-Gracioso-da-Bolivia

Chacodelphys formosa é uma espécie de marsupial da família Didelphidae. Gardner (2005) incluiu a espécie no gênero Gracilinanus, entretanto, Voss e colaboradores elevaram a espécie num gênero próprio, o Chacodelphys. A espécie é endêmica da Argentina, sendo encontrada na região do Chaco.


Cuíca-de-Cauda-Grossa

A cuíca-de-cauda-grossa (Lutreolina crassicaudata), também conhecida como cuíca-d'água-pequena, é um marsupial semi-aquático semelhante a uma lontra.


Cuída-d'Água

A Cuíca-d'água (Chironectes minimus) é um marsupial da família dos didelfídeos, semi-aquático e noturno, encontrado nos rios e lagos do Sul do México até a Argentina. Tais animais medem cerca de 30 cm de comprimento do corpo, cauda longa, dorso cinza com grandes manchas negras e patas traseiras adaptadas à vida aquática. Alimentam-se de peixes, crustáceos e invertebrados aquáticos.


Cuíca-Cauda-de-Rato

A Cuíca-cauda-de-rato (Metachirus nudicaudatus), também conhecida por cuíca-marrom e jupati, é um marsupial da família dos didelfídeos, encontrado da Nicarágua à Argentina. Tal animal tem o aspecto semelhante ao de outro marsupial, o Philander opossum, mas de pelagem marrom e cauda inteiramente desprovida de pêlos.


Colocolo

O Colocolo (Dromiciops gliroides) é um pequeno marsupial da América do Sul, e a sua espécie é a única representante da ordem Microbiotheria.
É assim considerado um fóssil vivente, uma vez que os outros membros da sua ordem se extinguiram entre o Oligoceno e o Mioceno, apesar de terem sido muito abundantes na fauna do Miocénico da América do Sul. Apesar de serem encontrados neste subcontinente, o colocolo tem mais parecenças com os marsupiais da Austrália. Ignora-se se os ancestrais do colocolo foram da Austrália à América através da Antártida, ou se já se encontravam aí localizados desde que ambos os continentes estavam unidos formando Gondwana.
O colocolo é um animal de pequeno porte, medindo apenas 13 cm de comprimento para cerca de 30 g de peso. Têm uma pelagem acastanhada e lustrosa, orelhas arredondadas e uma mancha preta em torno dos olhos. É um animal carnívoro que se alimenta de insetos, minhocas e por vezes de frutos.
O colocolo vive exclusivamente em florestas do Chile e Argentina, preferindo áreas úmidas de vegetação densa nas quais o colocolo é relativamente comum, apesar de ameaçado pela desflorestação. Podem encontrar-se especificamente nos bosques úmidos do sul do Chile, entre os 36 e 43 graus de latitude, na Ilha Grande de Chiloé, na Cordilheira da Costa, no vale central, e na Cordilheira dos Andes. Habita também em algumas regiões da Argentina.
O colocolo é considerado por algumas culturas nativas do Chile como um sinal de extremo mau agouro e por outras como de muito bom agouro.









Diabo-da-Tasmânia

O diabo-da-tasmânia ou dêmonio-da-tasmânia ou demónio-da-tasmânia (nome científico: Sarcophilus harrisii, do grego, sarx, carne + philos, amigo; e harrisii, em homenagem a George Harris) é um mamíferomarsupial da família Dasyuridae endêmico da ilha da Tasmânia, Austrália. Através do registro fóssil sabe-se que a espécie habitou também a Austrália continental, tendo se extinguido há cerca de três mil anos. As causas do desaparecimento são desconhecidas mas pensa-se que tenha sido influenciado pela introdução do dingo, pela chegada e expansão dos aborígenes e por influência climática do El Niño durante o Holoceno.
Com uma aparência de urso, que lhe rendeu a descrição científica de Didelphis ursina, é um animal robusto e musculoso. Sua pelagem é escura com manchas brancas na região da garganta, das bochechas e lombar. Os dentes molares são adaptados a sua dieta de carniça. É um caçador pouco eficiente preferindo animais de pequeno porte. Pode ser encontrado em vários tipos de habitat, incluindo áreas urbanas, mas prefere bosques costeiros e florestas esclerófitas. Noturno e solitário vive numa área de vida definida, mas não tem tendências territoriais. Ocasionalmente, vários animais de reúnem para se alimentar de uma carcaça, gerando interações agressivas. Promíscuos, acasalam-se uma vez ao ano, gerando ninhadas de dois a quatro filhotes, que são desmamados aos oito meses de idade. É o maior marsupial carnívoro existente, após a extinção do tilacino, e possui convergência ecomorfológica com as hienas.
Inicialmente, o animal foi visto pelos colonizadores europeus como uma ameaça aos rebanhos domésticos, sendo então caçado e envenenado, com significativa redução populacional. Em 1941, a espécie foi oficialmente protegida e os números começaram a aumentaram. No final da década de 90, uma doença neoplásica reduziu drasticamente a população e agora ameaça a sobrevivência da espécie, que em maio de 2009 foi declarada em perigo de extinção. Programas de manejo estão sendo conduzidos pelo governo da Tasmânia para reduzir o impacto da doença, incluindo uma iniciativa para formar um grupo de diabos saudáveis ​​em cativeiro, isolados da doença. O animal é o símbolo da Tasmânia e de muitas organizações, grupos e produtos associados com o estado. Ficou popularmente conhecido através do personagem Taz dos desenhos animados Looney Tunes. Devido a restrições de exportação e do fracasso reprodutivo dos demônios no exterior, quase não há indivíduos fora da Austrália.



Toupeira-Marsupial-do-Sul

A toupeira-marsupial do sul Notoryctes typhlops (Stirling, 1889) ou Itjaritjari é um marsupial subterrâneo da família Notoryctidae, endêmico da Austrália.
Pode ser encontrada nos desertos centrais e ocidentais, de Ooldea (Austrália do Sul) a Charlotte Waters (Território do Norte) e no noroeste da Austrália Ocidental. Essa espécie foi registrada somente três vezes nos últimos 50 anos, as mais recentes em 1971 e 1996, apesar do aumento do número de pessoas visitando a região. O espécime de 1996 foi recolhido na superfície do solo nas proximidades de Queensland Victoria Spring.


Toupeira-Marsupial-do-Norte

A toupeira-marsupial do Norte Notoryctes caurinus (Thomas, 1920) ou Kakarratul. é uma espécie de marsupial subterrâneo da família Notoryctidae, endêmico da Austrália.
É conhecida por espécimens coletados em seis localidades no Grande Deserto de Areia e no Deserto de Gibson no noroeste da Austrália Ocidental. Três registros recentes ocorreram em Talawanna Track a oeste de Cotton Creek (1995), e perto de Nifty Mine (1996), ambos na Austrália Ocidental.



Bilby ou Bandicoot-de-Orelha-de-Coelho

Macrotis lagotis, conhecida como bilby-grande, dalgyte ou pinkie, é uma espécie de marsupial da família Thylacomyidae, endêmica da Austrália.
Habitava as regiões áridas e semi-áridas do interior da Austrália, ao sul do meridiano de 18ºS, sendo encontrado em cerca de 70% do território australiano; atualmente está confinado aos desertos da região central, principalmente no deserto de Tanamino Território do Norte e nos desertos de Gibson e Grande Deserto de Areia na Austrália Ocidental, com uma população isolada entre Boulia e Birdsville, Queensland.



Bandicoot-de-Bougainville

Perameles bougainville, conhecido como bandicoot-de-bougainville(a), é uma espécie de marsupial da família Peramelidae, endêmica da Austrália. Pode ser encontrada apenas nas ilhas Dorre e Bernier. Foi extinta no continente. Uma subespécie, Perameles bougainville fasciata, foi completamente extinta na década de 1930.

Ficheiro:Bandicoot de Bouganville.jpg


Bandicoot-Listrado-Oriental

Perameles gunnii, conhecido como bandicoot-listrado-oriental, é uma espécie de marsupial da família Peramelidae, endêmica da Austrália.
Atualmente, a espécie está confinada a Tasmânia e à uma população remanescente no oeste de Victoria, próximo a Hamilton. Está extinta na Austrália do Sul.



Bandicoot-de-Focinho-Comprido

Perameles nasuta, conhecido como bandicoot-de-focinho-comprido, é uma espécie de marsupial da família Peramelidae, endêmica da Austrália.
Está distribuído no leste da Austrália, ocorrendo de Ravenshoe, Queensland, a Naringal, sudoeste de Victoria.


Bandicoot-Espinhoso-de-Focinho-Comprido

Echymipera rufescens, conhecido como bandicoot-espinhoso-de-focinho-comprido, é uma espécie de marsupial da família Peramelidae, encontrada na Indonésia, Papua-Nova Guiné e Austrália.



Bandicoot-Dourado

Isoodon auratus, conhecido como bandicoot-dourado, é uma espécie de marsupial da família Peramelidae, endêmica da Austrália.



Bandicoot-Marrom-do-Norte

Isoodon macrourus, conhecido como bandicoot-marrom-do-norte, é uma espécie de marsupial da família Peramelidae, encontrada na Austrália e Papua-Nova Guiné.

[Northern-Brown-Bandicoot.jpg]

Bandicoot-Marrom-do-Sul

Isoodon obesulus, conhecido como bandicoot-marrom-do-sul ou quenda, é uma espécie de marsupial da família Peramelidae, endêmica da Austrália.





Gambá-do-Mel

Tarsipes rostratus é uma espécie de marsupial da família Tarsipedidae. É a única espécie descrita para o gênero Tarsipes. Endêmica da Austrália.

O Gambá do mel é marrom-acinzentado. A faixa escura dorsal atinge a base da cauda. Os pés são brancos, e a cabeça marrom-pálida. A pelagem é curta e grossa, a cauda longa e quase nua, com uma ponta preênsil. Esta espécie é sexualmente dimórfica, com as fêmeas sendo normalmente maiores.
A Cabeça e o corpo variam na faixa de comprimento de 7 a 8,5 cm e comprimento da cauda é de 8,8 a 10 cm. Um macho de 7,8 cm da cabeça ao corpo pesava 13 gramas e uma fêmea de 8,1cm pesava 17 gramas.

Como mamíferos noturnos, gambás mel confiam principalmente em seu sentido de cheiro. Um número limitado de sinais visuais e zumbidos agudos também foram registrados para estes animais.
Eles têm três picos de atividade: Durante o pico noturno esses gambás são os principais envolvidos na procura de alimentos, durante o qual manobram rapidamente e agilmente através da vegetação, usando suas caudas para a estabilidade, e freqüentemente se reúnem na mesma flor ou planta para se alimentar.



Petauro-do-Açúcar

Petaurus breviceps, conhecido vulgarmente como petauro-do-açúcar, é uma pequena espécie de possum planador, originária do Leste e Norte da Austrália, da Nova Guiné e do Arquipélago de Bismarck.Trata-se de um animal onívoro já que se alimenta de insetos e seiva de plantas. Sua habilidade em planar se deve à existência de uma membrana que liga seus braços às suas pernas formando uma espécie de "asa". Atualmente tem sido adotado como animal de estimação. Esse animal também pode ser encontrado na Tasmânia, onde foi introduzido.






Petauro

Petaurus gracilis é uma espécie de marsupial da família Petauridae. Endêmica da Austrália.


Ficheiro:Mahogany glider.jpg


Possum-Listrado

Dactylopsila trivirgata é uma espécie de marsupial da família Petauridae. Pode ser encontrada na ilha de Nova Guiné e na Austrália.



Bambá-Leadbeater

Gymnobelideus leadbeateri é uma espécie de marsupial da família Petauridae. É a única espécie do gênero Gymnobelideus. Endêmica da Austrália.


Planador-Amarelo-Inchado

Petaurus australis é uma espécie de marsupial da família Petauridae. Endêmica da Austrália.

Estes gambás deslizam em grandes arvores de eucalipto em Sportsman, refugio de vida selvagem. Eles podem deslizar ate 100 metros. Ameaçada em extinção. Fazem ninhos em árvores ocas, onde enchem de folhas de eucalipto.



Planador-Grande

Petauroides volans é uma espécie de marsupial da família Pseudocheiridae. É a única espécie descrita para o gênero Petauroides. Endêmica da Austrália.



Gambá-Lemur-like-Ringtail


Hemibelideus lemuroides é uma espécie de marsupial da família Pseudocheiridae. É a única espécie descrita para o gênero Hemibelideus. Endêmica da Austrália.



Gambá-Peregrino

Pseudocheirus peregrinus (do grego para "falsa mão" e do latim para "peregrino") é um marsupial da Austrália. É um herbívoro de hábitos noturnos, que pesa entre 550 e 1100 g. Possuem uma pelagem de coloração cinzenta, com manchas brancas posteriores aos olhos. O abdômen é normalmente de cor creme.
Possui uma cauda preênsil, com a ponta de cor branca que abrange 25% do tamanho da cauda. As patas traseiras apresentam sindatilia, que ajuda o animal a trepar.
Alimenta-se de uma variedade de folhas de plantas, nativas, introduzidas. Também se alimenta de flores e de frutos. Este animal exibe um comportamento de coprofagia: quando descansa no ninho, alimenta-se de um tipo especial de fezes que são produzidas durante o dia. Este comportamento é similar ao apresentado pelos coelhos.


Gambá-Verde

Pseudochirops archeri é uma espécie de marsupial da família Pseudocheiridae. Endêmica da ilha de Nova Guiné.


Gambá-Daintree-Ringtailed

Pseudochirulus cinereus é uma espécie de marsupial da família Pseudocheiridae. Endêmica da Austrália.


Daintree ringtailed possum Pseudochirulus cinereus

Antequino-de-Patas-Amarelas

Antechinus flavipes é uma espécie de marsupial da família Dasyuridae. Endêmica da Austrália.
Nome Popular: Antequino-de-patas-amarelas ou Mardo
Nome Científico: Antechinus flavipes (Waterhouse, 1837)
Sinônimo do nome científico da espécie: Antechinus bellus flavipes;
O antequino-de-patas-amarelas tem uma cor de pelagem variável, mas geralmente é um pouco acinzentado. Outras características notáveis incluem um anel branco em torno dos olhos e uma ponta preta na cauda. Difere de seus parentes em hábitos diurnos; Mede cerca de 9–16 cm de comprimento e a cauda 6–14 m, pesa cerca de 20-75 gramas.
Foi descrita em 1838 por George Robert Waterhouse, que anotou o seu traço mais distintivo no nome da espécie flavipes, que significa patas amarelas. A espécie tem sido ocasionalmente relacionada com o Antequino-Marrom.

Yellow-foored antechinus Antechinus flavipes

Gato-Tigre

O gato-tigre (Dasyurus maculatus) é um mamífero marsupial carnívoro, natural da Austrália. Os machos chegam a pesar 7 kg e as fêmeas 4 kg, dos marsupiais predadores existentes só perde para o diabo-da-tasmânia (Sarcophilus), que , como o próprio nome indica só é encontrado na Tasmânia. É o maior marsupial carnívoro da Austrália continental e é considerado um superpredador.
Nome Popular: Gato-tigre ou Quoll-de-cauda-pintada
Nome Científico: Dasyurus maculatus (Kerr, 1792)
Sinônimo do nome científico da espécie: Mustela novaeholandiae; Dasyurus ursinus;
O gato-tigre mede cerca de 35–75 cm de comprimento e tem uma cauda de cerca de 34–50 cm. É também 50% maior do que as outras espécies de quolls. As fêmeas são menores do que os machos: enquanto as fêmeas crescem a quatro quilos, os machos podem atingir até sete quilos. Como outros quolls, esta espécie tem o pelo espesso, marrom ou preto, com pelos mais claros na parte inferior. Pequenas manchas brancas cobrem o corpo, incluindo a cauda peluda, que também podem ter uma ponta branca. Tem um focinho pontudo, com narinas rosea úmida, olhos brilhantes e dentes afiados. Sulcos nas almofadas das patas lhes permitem subir em árvores.
Esta espécie foi descrita pela primeira vez em 1792 por Robert Kerr, o escritor e naturalista escocês, que a colocou no gênero Didelphis, que inclui várias espécies de gambás americanos. O nome da espécie, maculatus, indica que esta espécie é toda manchada.
Este quoll alimenta-se de uma grande variedade de presas, incluindo: insetos, pássaros, ratos, répteis e anfíbios.

Northern tiger quoll Dasyurus m. gracilis

Ficheiro:SpottedQuoll 2005 SeanMcClean.jpg

Quoll-de-Nova-Guiné

Dasyurus albopunctatus é uma espécie de marsupial da família Dasyuridae. Endêmica da Nova Guiné.
Nome Popular: Quoll-de-Nova Guiné
Nome Científico: Dasyurus albopunctatus (Schlegel, 1880)
Sinônimo do nome científico da espécie: Satanellus albopunctatus;
O Quoll de Nova Guiné, pesam geralmente pouco mais de 1 kg. Seu corpo é castanho e o dorso manchado de branco, as manchas não se estendem até a cauda que é levemente peluda. Assemelham-se a um "gato-gambá" os quolls também são referidos como gatos nativos e, ocasionalmente, gatos-marsupiais ou gatos-tigres. Seus pés têm almofadas listradas transversalmente, que é suscetível de ser uma adaptação para a aderência e é indicativo de uma vida passada nas árvores.
São carnívoros, alimentam-se de uma grande variedade de presas, incluindo aves, ratos e outros marsupiais, pequenos répteis e insetos.
Nota: Existem duas formas válidas: deamonellus e fuscus (consideradas sinônimos de Dasyurus albopunctatus)


Quoll-Ocidental

Dasyurus geoffroii é uma espécie de marsupial da família Dasyuridae. Endêmica da Austrália.
Nome Popular: Quoll Ocidental ou Chuditch
Nome Científico: Dasyurus geoffroii (Gould, 1841)
O Quoll Ocidental é de tamanho médio, de coloração marrom-avermelhado no dorso e com manchas brancas, o ventre é branco-creme. Tem cinco dedos e almofadas granular em suas patas traseiras. Medem cerca de 33 cm de comprimento e a cauda 28 cm, podem pesar até 2 kg sendo os machos ligeiramente mais pesados que as fêmeas.
O Quoll ocidental foi descrito por John Gould em 1841, quando era ainda muito difundido em todo continente. O nome da espécie, geoffroii, refere-se ao proeminente naturalista francês E. Geoffroy, que nomeou o gênero Dasyurus em 1796. A espécie tem sido por vezes colocada no gênero Dasyurinus; O quoll ocidental é mais estreitamente relacionado com o Quoll bronzeado (Dasyurus spartacus), uma espécie recentemente descrita de Nova Guiné, que foi durante algum tempo acreditada ser uma população periférica do Quoll ocidental;
São predadores solitários, principalmente noturnos e terrestres, alimentam-se de pequenos vertebrados, carniça, artrópodes e lagostins de água doce, entre outras coisas.

Ficheiro:Dasyurus geoffroii -Billabong Koala and Wildlife Park-8a.jpg

Quoll-Setentrional

Dasyurus hallucatus é uma espécie de marsupial da família Dasyuridae. Endêmica da Austrália. Também é conhecido pelos nomes de quoll-setentrional, satanellus e njanmak.
Sinônimo do nome científico da espécie: Satanellus hallucatus; Mustela quoll;
O Quoll Setentrional é a menor das quatro espécies de quoll australianas. As fêmeas são menores que os machos, com fêmeas adultas pesando entre 350-690g e machos adultos pesando 540-1120g. O comprimento do corpo varia entre 20,2 à 34,5 cm.
Foi descrito pela primeira vez em 1842 pelo famoso naturalista e autor John Gould, que deu o nome a espécie de hallucatus, o que indica que tem um notável primeiro digito. Esta espécie tem sido por vezes colocada em um gênero separado, o Satanellus;


Quoll-Bronzeado

Dasyurus spartacus é uma espécie de marsupial da família Dasyuridae. Endêmica da Nova Guiné.
Nome Popular: Quoll Bronzeado
Nome Científico: Dasyurus spartacus (Van Dyck, 1987)
O Quoll bronzeado é uma espécie de Quoll encontrada em Nova Guné. Foi descoberto na década de 1970 quando cinco espécimes foram coletados, mas apenas descrito em 1987, quando o Dr. Stephen Van Dyck do Museu de Queensland as examinou e reconheceu a distinção. Muito pouco se sabe dele, que foi previamente pensada ser uma população periférica do Quoll ocidental (Dasyurus geoffroii);
Os pelos da cauda são relativamente mais longos e o polegar é relativamente menor que a outra espécie de Nova Guiné (Dasyurus albopunctatus). Mede cerca de 30–38 cm de comprimento e a cauda de 25–29 cm, pesa de 300-410g









| species = D. spartacus

Quoll-Oriental

Dasyurus viverrinus é uma espécie de marsupial da família Dasyuridae. Endêmica da Austrália, foi extinta no continente em 1963, ficando restrita a Tasmânia.
Nome Popular: Quoll Oriental
Nome Científico: Dasyurus viverrinus (Shaw, 1800)
Sinônimo do nome científico da espécie: Didelphis alboguttata; Dasyurus guttatus; Dasyurus maugei;
O Quoll oriental tem geralmente o mesmo tamanho de um gato doméstico, com um macho adulto em média de 60 cm e pesando aproximadamente 1,3 kg. Seu pêlo grosso é coberto por manchas brancas, e varia de um castanho claro a negro, com barriga esbranquiçada. Pode ser distinguido do Gato-tigre por seu corpo esbelto, focinho pontudo e falta de manchas na cauda.
O nome da espécie, viverrinus, indica que é semelhante à doninha. A espécie foi descrita pela primeira vez em 1800 por George Shaw, que colocou no gênero dos gambás Didelphis, juntamente com o outro só então conhecido Quoll, o Gato-tigre.

Ficheiro:Dasyurus viverrinus.jpg

Cusu-de-Orelhas-Grandes

Trichosurus vulpecula, o Cusu-de-orelhas-grandes, Cusu comum ou Cusu-zorro, é uma espécie de marsupial, de tamanho médio. Possui hábitos arborícolas e a sua cauda é preênsil.
Tem um comprimento de 35 à 55 cm e uma cauda de 25à 40 cm. Os machos chegam a pesar 4 kg. As fêmeas têm um peso menor, entre 1,5 a 3,5 kg.
Atingem a maturidade sexual com um ano de idade.
A gestação dura 17 dias, a que se junta mais cinco meses dentro do marsúpio






Brush-tailed Phalanger

Cusu ou Gambá-de-Cauda-Felpuda-do-Norte
(Trichosurus arnhemensis)

Ficheiro:Northen brushtail possum.jpg

Gambá-de-Cauda-Felpuda-da-Montanha
(Trichosurus caninus)


Gambá-de-Orelha-Felpuda-de-Orelhas-Curtas
(Trichosurus cunninghami)


Gambá-Cauda-Felpuda-de-Coppery
(Trichosurus johnstoni)


                                      
Cuscos



Phalanger é um gênero de marsupiais arborícolas conhecidos como cuscos. Eles pertencem à ordem Diprotodontia e são parentes dos vombates e coalas. Os cuscos são arborícolas, de movimentos lentos e herbívoros, por isso já foram considerados como os parentes mais próximos dos coalas, na realidade eles estão mais próximos dos pequenos e ágeis serelepes-marsupiais (gênero Petaurus).


Cusco-da-Montanha
(Phalanger Carmelitae)


Cusco-da-Terra
(Phalanger Gymnots)


Cusco-do-Leste
(Phalanger Intercastellanus)


Cusco-de-Woodlark
(Phalanger Lullulae)


Cusco-das-Ilhas
(Phalanger Mimicus)


Cusco-Cinza
(Phalanger Orientalis)


Cusco-Pintado
(Spilocuscus maculatus)


Cusco-Pintado-de-Waigeo
(Spilocuscus Papuensis)


Cusco-de-Pintas
(Spilocuscus rufoniger)


Cusco-Pintado-de-Olhos-Azuis
(Spilocuscus wilsoni)


4 comentários:

joão carlos disse...

esses animais são muito bonitos e um tanto diferentes são obras da criação de jeová D
eus

joão carlos disse...

por que ficamos tão encantados de conhecer animais assim ? sem duvida ,por que essa era a intenção de nosso criador.segundo a biblia,ele disse ao primeiro casal humano:"tende em sujeição...toda criatura vivente que se move na terra."(gen 1:28)"ter em sujeição" inclui cuidar bem dos animais.observar animais assim em seu habitat não nos dá vontade de obedecer a essa ordem ?

joão carlos disse...

pessoas que amam a natureza,em especial podem aguarda com grande expectativa o cumprimento da promessa bíblica de que jeová Deus,"aquele que fez o céu e a terra",acabará com práticas prejudiciais que ameaçam o meio ambiente,incluindo sua vida selvagem.

Anônimo disse...

isso foi a criação de Jeová Deus!